Existe uma canção que entre seus versos diz "quando um grande amor se faz, de tudo a gente pensa ser capaz, é uma ilusão querer, que a vida seja sempre linda..." algo semelhante acontece quando o ego de um escritor elege sua musa. Sim, escritores bem ou não sucedidos trazem em seus escritos e pensamentos um pouco ou muito de suas musas inspiradoras.
Dizem simplesmente que valeu a pena é flertar com a variação de humor da sensibilidade humana. Cada uma das musas que me acompanharam nestes mais de trinta anos, foram únicas, são partículas perfeitas de algo maior e incompreensível. Estiveram por livre vontade vivendo no imaginário do escritor malfadado, de uma maneira constante e permanente, tiveram a exclusividade que se dedica apenas ao mais puro ser de admiração.
Formaram uma plêiade, aqui estiveram e partiram, todas seguindo os ditames da existência, a seu tempo e bel prazer. Chegaram iguais tempestades, sem aviso, apenas com o estrondo dos trovões e partiram inesperadamente da mesma forma.
Monique, Aimeé, Alícia, uma má conduta aqui ou uma menina lá, outras sem nome, apenas rostos e sorrisos, almas que fazem jus a comparação entre belas mulheres e pimentas, ambas ardem, temperam e se tornam essenciais depois que nos acostumamos com suas peculiaridades.
Fiquem bem, a mim, só resta agradecer o tempo que aqui estiveram. Nos vemos por ai!
Nenhum comentário:
Postar um comentário