Hoje a noite foi quebrada,
Uma série de idas e vindas,
Adormecer e despertar,
E entre eles, sonhava com ela,
Mordia e sorvia sua língua
Sentia a maciez do seio alvo,
E assim com estes anseios
Acordava com o calor nababesco do concreto,
Olhava as paredes e nada além de sombras disformes,
Nascidas da luz que invadia o quarto,
Voltava ao mundo de Morfeu esperançoso,
A despia sem pressa,
E a mão que acena também acaricia, explora
Beijo da boca a ponta do pé,
Sem nenhum tipo de pudor,
Ouço os pedidos, os realizo.
Novo despertar, agora acompanhado de estampidos,
Ah essa vida moderna e insegura,
São três da manhã e ela dorme,
Alguma outra cama lhe recebe,
Martelo a ideia, venha até aqui,
Outro adormecer, o que esperar agora?
Meias 7/8 brancas, uma pulseira e brincos,
Vestida assim, abre a porta e me deixa entrar.
Sem pressa e angústia a verdade sempre surge,
Mesmo em noites longas e quentes,
Onde há nos sonhos o explícito
E acorda-se apenas do jeito esperado
Cansado!
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