domingo, 22 de dezembro de 2013

Sobre o aquilo que não se entende!


O que digo?
Uma palavra, uma única frase,
solicitação de sorriso ou algo parecido,
apenas uma única manifestação.

O que digo?
Algo que aplaque e diminua a distância,
faça com que a ausência sem explicação
tenha sentido neste olhar que ser perde.

O que digo?
Espalhar pelos quatro cantos do mundo,
que naqueles lábios reside um sorriso cigano,
feiticeiro que permite encontrar muito além de sonhos.

O que digo?
Que estes meus pensamentos se transformam,
ganham corpo em forma de desejo, e na oração
há súplica de encontrá-la.

E no fim, que me resta, além de dizer
"És uma brisa que se tornou tempestade,
chegando sem avisar".

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