terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Distanciamento

Já desconfio que os japoneses, que criaram um robô com feições humanas sejam capazes de desenvolver o feto robótico e nada de estranho seria, porque nestes tempos em que a virtualidade sobressai sobre a virtuosidade e a moda é viver à distância - amor, educação, sexo, amizade, haveria algo mais comum que brincar de Deus?

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