quarta-feira, 25 de maio de 2011

Porque temos medo do amor?

            Ah caros amigos, mas porque ter medo de um sentimento que nos completa? Claro, viver o amor, é como entrar em uma fogueira esperando não se queimar, é sair de casa sob intenso temporal e desejar ficar seco. É impossível não senti-lo!
Sentir medo é uma forma de manter-se seguro, porque ele trava; faz com que a lógica e a razão sobreponham-se à emoção. A lógica impele a não se entregar, ela acessa os mais sigilosos arquivos do subconsciente e os trazem intempestivamente ao consciente. Lembram de casos de pessoas infelizes no amor, porque encontraram parceiros imaturos emocionalmente; pessoas que não se encontravam no mesmo momento evolutivo de suas vidas e que fizeram a relação de amor acabar.
Neste momento a razão faz crer que se aconteceu com outros, não há escapatória, o destino é um só! Todos os caminhos do amor invariavelmente levam a um final de dor, traição, desconforto e desilusão. Sendo assim, a emoção que luta incansavelmente para que a pessoa experimente aquela dose única de amor acaba sendo vencida. Nasce o medo!
Alguns, teimosamente experimentam amar, mas de uma forma superficial, não se entregam totalmente, porque testemunharam fracassos que se esquecem de direcionar a atenção àqueles que foram felizes e viveram a plenitude do amor. É a velha história de que sempre foi assim; mas não precisa ser assim para sempre!
Logicamente, amar não é das tarefas mais fáceis da vida, mas é inegável que só é feliz aquele tolo, surdo aos gritos da lógica e da razão, que de braço a emoção, sai em disparada, sem importar-se com as conseqüências dos atos. Porque, verdadeiramente ele sabe; grandes conquistas envolvem enormes riscos; que as cicatrizes não devem ser vistas como sinal de fracasso e sim como a prova que viveram. Não importa se o outro não se empenhou, o importante é ter vivido com plenitude, leveza, sem temores e principalmente, com muito amor!

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