domingo, 9 de agosto de 2009

A viagem

No silêncio da noite, na solidão da madrugada,
Tenho como companheira a lembrança
Ela me entristece, já não posso voltar a viver,
Perdi o trem da felicidade.
Não havia comprado a passagem da esperança.
Fico sentado no banco da conformidade,
até que resolvo seguir o destino.
Saio da estação recordação,
ando pela estrada da história,
em direção ao meu lar.
Agora, sentado na soleira da porta,
Espero o sublime momento de viajar,
com certeza não me atrasarei,
Pegarei carona com a irmã morte!

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