sábado, 15 de agosto de 2009

Valquíria

A falta que sinto de ti, é um tanto subjetiva,
É o aperto profundo dentro do peito,
É a dor da ferida que nunca foi aberta!
Entretanto, do que mais sinto falta,
São dos beijos que nunca te ofertei,
dos passesios que não realizamos,
do teu perfume doce, que vagamente imagino.
A falta dos toques que não trocamos e
das rosas que nunca te enviei.
Imagino os teus olhos redondos e castanhos,
Procurando os meus desejos escondidos e
teus lábios chamando-me a teu encontro.
Gostaria de morrer enfeiticçado por ti ou
apenas permanecer deitado ao teu lado,
como o zeloso guardião do sono de um anjo!

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