Não solte ao vento tuas palavras,
Sem antes ter a certeza que não serão felinas,
Capazes de destruir sonhos e ilusões.
Tão pouco permita tornar-se escravo delas
Leve-as sempre em tua alma,
o que aos outros não será óbvio,
Teu silêncio só deve ser quebrado,
Se houver real necessidade de pronuncia-las.
Acaso não possas ser o mensageiro de boas novas,
da alegria que esperam,
Torna-te o porta voz de coisas belas,
Assim compensarás um pouco
A expectativa que nutrem por ti.
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