Nada há de mais triste e pavoros
que o uivar de um velho lobo solitário.
Aquele ser, sentado nas montanhas desertas,
Olha para o céu e lentamente começa.
Sua sinfonia é bela e cheia de dor.
Se pudéssemos, veríamos lagrimas em seus olhos,
Contemplantes do universo infinito.
Uma existência solitária, sem companhia,
Escondendo-se para sobreviver,
Apenas fugindo, fugindo...
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