sábado, 8 de agosto de 2009

Irmã Morte

Oh irmã abnegada que cumpre seu dever, por onde andarás?
Deslizando por entre os jardins nefastos e sombrios
das flores de chumbo e odor de enxofre.
Procuras no mar de sangue a presa mais indefesa,
Não a merecedora de teus préstimos.
Por seres quem és, causa pânico e temor,
Não sabem os tolos, que és bela e indefesa como os anjos.
Ceifa-nos, as angustias e irritações, és envolta pela capa "nera"
Nossa guardiã, conduz-nos em tua barca para novo despertar,
Onde ao beijarmos tua gélida boca, recebemos o novo sopro de
Vida e amor!

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