A quem ler...
Fiquei pensando muito antes de poder te escrever. Sempre tive comigo que só devemos colocar no papel ou falar ao vento palavras que valham mais do que ouro. Não podemos e tã pouco devemos nos tornar apenas distribuidores de palavras sem sentido, tolas, bobas como também, não devemos ser portadores de maus presságios. Explicar o inexplicável é uma perda de tempo, é chover no molhado, queimar pólvora em chimango e outros tantos ditos populares.
Tentei relembrar quando foi que baixei minhas guardas, quando permiti-me olhar para o lado e não encontrei uma resposta plausível e por isso, resolvi te deixar com um pouco de mim. Este que vos escreve sempre prensou que o grande combustivel na vida do ser humano é o amor. Não concordo com aqueles que dizem de forma racional que a grande força motriz é a conquista de melhor colocação profissional, posição social, dinheiro ou felicidade. Não. O que nos move, o que nos impulsiona a querer ser sempre melhor, evoluir é o amor! O amor este sentimento que não pode e nem deve ser definido, porque cada um possui a sua definição. E pensando assim, sempre o busquei em todas as formas; nas minhas amizades, nos meus relacionamentos, na minha visão de mundo. Os ultimos cinco anos, tem sido os mais conturbados de minha vida, talvez por já ser "taludinho" e perceber a correria e a rotina com olhos mais críticos, talvez por tornar-me cada vez mais exigente, não sei. A única coisa da que sou possuidor de certeza é que preciso estar amando! Sempre, cada dia mais e mais! E por saber que o amor nos faz suspirar fundo e também nos machuca, acabo amando sem medidas, de forma intensa.
Quando mais jovem perguntava e questionava-me demais sobre as coisas do mundo, mas percebi que era perda de tempo. Os minutos passam rápidos demais, a felicidade esta eterna busca, são átimos de segundo, vivemos o hoje baseado no ontem e com um medo patalógico do futuro. Baseamos nossas decisões muito mais na crítica que a sociedade irá fazer do que propriamente em conceitos que formulamos e trazemos latentes em nosso "pensar". A grande realidade é que vivemos para os outros e assim vamos reprimindo nossas vontades, desejos, necessidades. É como se a escravidão não tivesse sido abolida em 1888. Hoje somos escravos dos outros, vivemos pelos outros, realizamos as fantasias dos outros, não falamos palavrão pra não chocar os outros, está certo? está errado? Não sei te dizer, cada um norteia sua vida da forma que acha mais condizente com os padrões emocionais e comportamentais.
Sei somente que a vida é curta, que não devemos viver uma existência morna, aquela coisa sem graça que não é fria e nem quente, que não queima e nem refresca. Sei que somos animais em pele de cordeiro, que ainda trazem inatos os desejos mais frivolos, mas fazer o que se nossa essência é esta? Nega-la é como negar a existência do ar, a existência da água e do fogo! A grande realidade é esta, somos seres "vadios". Nossos sentimentos são voláteis, mas não volúveis. São inconstantes. A mente humana faz com que alguns desejem morar em dois, tres, quatro corações ao mesmo tempo. Como é possível tal aberração? Seria esta, pergunto-te agora, uma aberração da natureza? Quem poderá nos dizer? ninguém!
Viver exige esforço, não é como uma receita de bolo que a pessoa simplesmente segue e o resultado apos 30 minutos de forno será um alimento douradinho. Não! Viver são encontros e desencontros, são tentações soltas no mundo, são certezas, dogmas, incertezas, verdades e mentiras, sonhos e pesadelos, chegadas e partidas, é feito de saudades e arrependimentos, de alegrias e tristezas. Viver é tão complexo quanto a arte de amar que falava no inicio.
Amar, é estar na constante busca daquele par de olhos, bocas e mãos que nos conduzirão ao Nirvana, a realização plena, embora ninguém possa faze-lo se não tiver em si esta tal semente chamada amor. Dia desses escutei que tudo o que há de bom e de mal reside dentro de nós, e é estranho perceber isso. Somo sim donos de nossos destinos, donos de nossas ações, podemos sim conquistar vastos territórios é só desejarmos, querermos, lutarmos, corrermos atrás, mas quando trata-se deste abominável, desprezivel e nojento amor, parodiando tangos e tragédias, ficamos tal crianças sem saber ao certo como agir, sem saber o que fazer, para onde ir, enfim, ficamos perdidos, soltos na ilha deserta, cercada de um mar de questionamentos munidos apenas de uma bússola que parecendo quebrada aponta na única direção que não enxergamos ou procuramos seguir, por medo de arrependimento, nossa razão.
Seja bem vindo, aqui compartilho um pouco de "minha Obra", meus pensamentos, os personagens reais e imaginários tomados de dúvidas, crônicas, poemas banais e a forma como enxergo o mundo.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
Nudez Total
Pela janela de teu quarto,
Os raios da alvorada confundem minha visão,
Nua, de pé, solto teus cabelos crespos.
em teu rosto, o sorriso lindo e sincero,
convida-me ao prazer intenso.
Agacho-me lentamente,
Venho lhe beijar a ponta pequenina do pé,
Passo meus lábios por tua perna,
Vislumbro tua nudez sensual.
Abraço teu quadril e beijando teu ventre,
Minha lingua te invade.
Olho teu rosto resplandecente de prazer,
Beijo e acaricio teus seios,
Minhas mãos escorregam por tuas costas macias,
Espio tua nádega linda, e enfim, entreg-me aos quentes beijos.
As carícias e ao prazer extremo!
Cerro lentamente os olhos e vejo em tua face,
Um sorriso maroto repleto de prazer,
Convidando-me uma vez mais a deitar nosso leito de amor!
Os raios da alvorada confundem minha visão,
Nua, de pé, solto teus cabelos crespos.
em teu rosto, o sorriso lindo e sincero,
convida-me ao prazer intenso.
Agacho-me lentamente,
Venho lhe beijar a ponta pequenina do pé,
Passo meus lábios por tua perna,
Vislumbro tua nudez sensual.
Abraço teu quadril e beijando teu ventre,
Minha lingua te invade.
Olho teu rosto resplandecente de prazer,
Beijo e acaricio teus seios,
Minhas mãos escorregam por tuas costas macias,
Espio tua nádega linda, e enfim, entreg-me aos quentes beijos.
As carícias e ao prazer extremo!
Cerro lentamente os olhos e vejo em tua face,
Um sorriso maroto repleto de prazer,
Convidando-me uma vez mais a deitar nosso leito de amor!
Unidos para Sempre
Vamos falar sobre o que?
Flores, amores, doenças, de misérias?
Vamos falar sobre o que?
Sobre você?
Não!
Não falemos nada!
Fiquemos quietos, sem pensar em nada,
sem preocupações, vamos curtir a noite,
a lareira, o filme, o momento,
Vamos curtir a vida!
Sinta a chuva molhar seu rosto,
Lembre de nossa família e crianças,
Assim compreenderás tudo que lhe falei!
Flores, amores, doenças, de misérias?
Vamos falar sobre o que?
Sobre você?
Não!
Não falemos nada!
Fiquemos quietos, sem pensar em nada,
sem preocupações, vamos curtir a noite,
a lareira, o filme, o momento,
Vamos curtir a vida!
Sinta a chuva molhar seu rosto,
Lembre de nossa família e crianças,
Assim compreenderás tudo que lhe falei!
Se Você
Se você me perguntar o que há de lindo no por-do-sol,
Não saberei dizer.
Se você me perguntar a beleza de um campo florido,
Não saberei dizer.
Agora, se me perguntares o que há de lindo em você.
Responderei:
O teu jeito de andar todo especial,
Teu lábio que transmite o calor de nossa paixão,
Teu sorriso cativante, teu olhar meigo
E o teu jeito de amar...
Jeito de menia, de mulher e de amante.
Por isso respondo:
Dentre todas as maravilhas do mundo,
És a primeira, a única que sei,
possuidora de emoções e sentimentos iguais aos meus,
que ama e chora, odeia e ri, em todas as situações da vida!
Não saberei dizer.
Se você me perguntar a beleza de um campo florido,
Não saberei dizer.
Agora, se me perguntares o que há de lindo em você.
Responderei:
O teu jeito de andar todo especial,
Teu lábio que transmite o calor de nossa paixão,
Teu sorriso cativante, teu olhar meigo
E o teu jeito de amar...
Jeito de menia, de mulher e de amante.
Por isso respondo:
Dentre todas as maravilhas do mundo,
És a primeira, a única que sei,
possuidora de emoções e sentimentos iguais aos meus,
que ama e chora, odeia e ri, em todas as situações da vida!
Casa do Éden
A escada é extensa, causa-me grande sofrimento vencer cada degrau...
Permita Pai, chegar ao corredor de branco mármore,
Conduzido sobre nuvens claras ao som dos acordes das harpas de ouro
Espalhadas pelos quatro cantos do majestoso jardim de verão.
Se tudo é como deve ser,
Seja eu o que devo ser,
Se assim não o for,
Não se complete a simetria que esperamos haver.
Mas, se tudo for apenas mais um sonho meu... ou teu,
Acordemos no meio da madrugada, sem entender o porque.
Olhemos pelas frestas da veneziana, os gatos vadios namorando
sob a luz da lua cheia, agitadora dos seres notívagos,
que buscam no escuro, a luz e a solução para suas tristezas e solidão!
Permita Pai, chegar ao corredor de branco mármore,
Conduzido sobre nuvens claras ao som dos acordes das harpas de ouro
Espalhadas pelos quatro cantos do majestoso jardim de verão.
Se tudo é como deve ser,
Seja eu o que devo ser,
Se assim não o for,
Não se complete a simetria que esperamos haver.
Mas, se tudo for apenas mais um sonho meu... ou teu,
Acordemos no meio da madrugada, sem entender o porque.
Olhemos pelas frestas da veneziana, os gatos vadios namorando
sob a luz da lua cheia, agitadora dos seres notívagos,
que buscam no escuro, a luz e a solução para suas tristezas e solidão!
Tormentas
Minha angústia aumenta com o passar das horas
ao perceber que tudo passou, como redemoinho ralo a baixo.
Principia-se novamente, o desentendimento do Eu interior,
esse pequeno monstrinho adormecido nos pensamentos meus,
com o exterior, donos das percepções e dos sentidos básicos,
causando temores notados pela crosta do meu corpo,
suscitando ao máximo, a antiga crença escondida e esquecida
como o io-io do sótão.
Não procure nos jardins de rosas e copos-de-leite,
a imaculada flora da sebedoria.
Por ventura, encontrarás, ao iniciar esta busca,
apenas desilusão e sofrimento.
Aguarde que o pássaro de metal,
vindo dos trópicos afastados,
traga em seu ventre aquela semente,
que poderá ser salvação ou completa perdição.
Permita-se arder nas chamas da Fênix Negra,
queime teus "por menores e concentre a força do pensamento vital
para o que realmente interessa!
ao perceber que tudo passou, como redemoinho ralo a baixo.
Principia-se novamente, o desentendimento do Eu interior,
esse pequeno monstrinho adormecido nos pensamentos meus,
com o exterior, donos das percepções e dos sentidos básicos,
causando temores notados pela crosta do meu corpo,
suscitando ao máximo, a antiga crença escondida e esquecida
como o io-io do sótão.
Não procure nos jardins de rosas e copos-de-leite,
a imaculada flora da sebedoria.
Por ventura, encontrarás, ao iniciar esta busca,
apenas desilusão e sofrimento.
Aguarde que o pássaro de metal,
vindo dos trópicos afastados,
traga em seu ventre aquela semente,
que poderá ser salvação ou completa perdição.
Permita-se arder nas chamas da Fênix Negra,
queime teus "por menores e concentre a força do pensamento vital
para o que realmente interessa!
Noite Cinzenta
Na casa louca de olhar cinzento,
Perdi minha dama, a aia de outrora,
Partiu com seu vestido rendado,
pelas íngrimes escadas chorosas.
Seus passos apressados,
de tão fortes,
assustaram os pombos do telhado
e os morcegos das árvores....
A mão, tantas vezes beijada e acariciada,
com certeza do ato, abriu a frondosa
porta de lei... e tal uma pluma,
ganhou o espaço, a liberdade do verde campo.
Sem dizer-me ao menos adeus,
partiu para nunca mais voltar!
Perdi minha dama, a aia de outrora,
Partiu com seu vestido rendado,
pelas íngrimes escadas chorosas.
Seus passos apressados,
de tão fortes,
assustaram os pombos do telhado
e os morcegos das árvores....
A mão, tantas vezes beijada e acariciada,
com certeza do ato, abriu a frondosa
porta de lei... e tal uma pluma,
ganhou o espaço, a liberdade do verde campo.
Sem dizer-me ao menos adeus,
partiu para nunca mais voltar!
Valquíria
A falta que sinto de ti, é um tanto subjetiva,
É o aperto profundo dentro do peito,
É a dor da ferida que nunca foi aberta!
Entretanto, do que mais sinto falta,
São dos beijos que nunca te ofertei,
dos passesios que não realizamos,
do teu perfume doce, que vagamente imagino.
A falta dos toques que não trocamos e
das rosas que nunca te enviei.
Imagino os teus olhos redondos e castanhos,
Procurando os meus desejos escondidos e
teus lábios chamando-me a teu encontro.
Gostaria de morrer enfeiticçado por ti ou
apenas permanecer deitado ao teu lado,
como o zeloso guardião do sono de um anjo!
É o aperto profundo dentro do peito,
É a dor da ferida que nunca foi aberta!
Entretanto, do que mais sinto falta,
São dos beijos que nunca te ofertei,
dos passesios que não realizamos,
do teu perfume doce, que vagamente imagino.
A falta dos toques que não trocamos e
das rosas que nunca te enviei.
Imagino os teus olhos redondos e castanhos,
Procurando os meus desejos escondidos e
teus lábios chamando-me a teu encontro.
Gostaria de morrer enfeiticçado por ti ou
apenas permanecer deitado ao teu lado,
como o zeloso guardião do sono de um anjo!
Trovões
Transtornos,
Tirania,
Tremor,
Tempestade.
Tudo
Transcorrendo,
Tantos
Trajetos
Tortuosos!
Todos
Tem
Temeridade!
Tirania,
Tremor,
Tempestade.
Tudo
Transcorrendo,
Tantos
Trajetos
Tortuosos!
Todos
Tem
Temeridade!
Conexões
Ainda
Busco
Cada
Demonstração
Especial,
Felicidade
Grarantida!
Haverá
Incrivel
Jeito,
Lépido
Morno
Notável
Onde
Possamos
Querer
Rapidamente
Ser
Todos
Uma
Vida,
Xilogravura
Zen!
Busco
Cada
Demonstração
Especial,
Felicidade
Grarantida!
Haverá
Incrivel
Jeito,
Lépido
Morno
Notável
Onde
Possamos
Querer
Rapidamente
Ser
Todos
Uma
Vida,
Xilogravura
Zen!
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Saudades Passadas
Minha humilde, mas sincera homenagem a estas inesquecíveis e únicas pessoas em minha vida!
Bate de forma escandalosa o despertador
Está na hora de acordar, lavar-se e tomar café
No dia anterior não havia se sentido bem,
Teve tonturas, dor de cabela e enjôo
Olha pela janela da cozinha
Já vê os primeiros raios de sol
Aumentando ainda mais a sua ansiedade
Lamenta apenas não ter tido mais tempo no domingo,
Viajou para o interior, para visitar os tios que não via há tempos,
Aqueles mesmos que o paparicavam com doces
Moravam em uma cidadezinha distante, daquelas que
Ainda podia-se ouvir o canto dos sabiás e bem-te-vis
Relutou muito em aceitar o convite dos "velhos". Mas
Insistiram e pediram tanto a sua companhia, que
Assim, resolveu ir, afinal de contas, o ar do interior, sabia ele
Deveria lhe fazer algum bem. Todos sempre proferiram
As melhores palavras sobre os benefícios daquelas paragens.
Sabia-se um homem da cidade grande, e sendo assim
Gravara alguns poucos nomes, mas lembrava-se dos
Riachos que lhe serviram tantas vezes de banheira,
As pescarias com os outros moleques, das
Caçadas de pombinhas rolas, que ele, experiente,
Assava no fogo de chão, as laranjas e tangerinas
Surrupiadas dos pomares espalhados pela região.
Mas tudo ficou guardado ou perdido, não sabia, em
Algum lugar entre os seus áureos anos
Restam apenas as lembranças. Hoje é um homem da cidade grande!
Irritado, estressado, angustiado, separado e pai de três filhas:
Ana tem 10 anos e faz ballet, Carolina tem 15 e gosta de poesia,
Danielle com seus 17 anos é a mais parecida com ele.
Está agora, sozinho dentro do carro que corta rápido as vias,
Lembra, enquanto seus olhos passeiam entre as plantações e pastos,
O doce de figo que a tia fazia. Horam em frente do
Unico fogão de lenha que tinha visto em sua vida,
Ri um sorriso bobo, quando vem a sua memória as expedições com os primos
Dentro do pequeno bosque em busca d elenha! Chega ao seu destino,
Essa é a casa, tinha certeza disso. Estava desbotada, mas
Sim, era ela! As paredes com o mesmo azul e o marrom das aberturas.
Meteu a mão no portão, não podia acreditar, estava tudo como antes,
As mesmas rosas, as mesmas árvores e se não fosse impossível, o mesmo
Ruído do balanço no fundo daquele pátio! Estava de volta!
Insistiu em esfregar os olhos, aquele cusco seria o "lerdo"? Não era.
Aquele era outro, mas veio até ele com o mesmo jeito do antigo cão.
Da soleira da porta, chamou-o seu tio, a mesma cabeça branca,
Olhos fundos e grandes "Tonho, meu filho, que bom que veio"
Carregava em seu peito uma sensação que estava enterrada,
As lágrimas começaram a correr e molhar a terra seca,
Resistira tanto em fazer aquela viagem e agora sentia-se
Muito vivo, aquelas horas, pedia que fossem eternas, tinha encontrado
Outra vez seu caminho. Abraçou os tios e viu em cima da mesa o doce de figo!
Bate de forma escandalosa o despertador
Está na hora de acordar, lavar-se e tomar café
No dia anterior não havia se sentido bem,
Teve tonturas, dor de cabela e enjôo
Olha pela janela da cozinha
Já vê os primeiros raios de sol
Aumentando ainda mais a sua ansiedade
Lamenta apenas não ter tido mais tempo no domingo,
Viajou para o interior, para visitar os tios que não via há tempos,
Aqueles mesmos que o paparicavam com doces
Moravam em uma cidadezinha distante, daquelas que
Ainda podia-se ouvir o canto dos sabiás e bem-te-vis
Relutou muito em aceitar o convite dos "velhos". Mas
Insistiram e pediram tanto a sua companhia, que
Assim, resolveu ir, afinal de contas, o ar do interior, sabia ele
Deveria lhe fazer algum bem. Todos sempre proferiram
As melhores palavras sobre os benefícios daquelas paragens.
Sabia-se um homem da cidade grande, e sendo assim
Gravara alguns poucos nomes, mas lembrava-se dos
Riachos que lhe serviram tantas vezes de banheira,
As pescarias com os outros moleques, das
Caçadas de pombinhas rolas, que ele, experiente,
Assava no fogo de chão, as laranjas e tangerinas
Surrupiadas dos pomares espalhados pela região.
Mas tudo ficou guardado ou perdido, não sabia, em
Algum lugar entre os seus áureos anos
Restam apenas as lembranças. Hoje é um homem da cidade grande!
Irritado, estressado, angustiado, separado e pai de três filhas:
Ana tem 10 anos e faz ballet, Carolina tem 15 e gosta de poesia,
Danielle com seus 17 anos é a mais parecida com ele.
Está agora, sozinho dentro do carro que corta rápido as vias,
Lembra, enquanto seus olhos passeiam entre as plantações e pastos,
O doce de figo que a tia fazia. Horam em frente do
Unico fogão de lenha que tinha visto em sua vida,
Ri um sorriso bobo, quando vem a sua memória as expedições com os primos
Dentro do pequeno bosque em busca d elenha! Chega ao seu destino,
Essa é a casa, tinha certeza disso. Estava desbotada, mas
Sim, era ela! As paredes com o mesmo azul e o marrom das aberturas.
Meteu a mão no portão, não podia acreditar, estava tudo como antes,
As mesmas rosas, as mesmas árvores e se não fosse impossível, o mesmo
Ruído do balanço no fundo daquele pátio! Estava de volta!
Insistiu em esfregar os olhos, aquele cusco seria o "lerdo"? Não era.
Aquele era outro, mas veio até ele com o mesmo jeito do antigo cão.
Da soleira da porta, chamou-o seu tio, a mesma cabeça branca,
Olhos fundos e grandes "Tonho, meu filho, que bom que veio"
Carregava em seu peito uma sensação que estava enterrada,
As lágrimas começaram a correr e molhar a terra seca,
Resistira tanto em fazer aquela viagem e agora sentia-se
Muito vivo, aquelas horas, pedia que fossem eternas, tinha encontrado
Outra vez seu caminho. Abraçou os tios e viu em cima da mesa o doce de figo!
Meu Testamento
O dia que eu morrer, qual de vós irá lamentar mais minha partida?
Não são palavras tolas como julgas em tua mente limitada,
Se assim as jogo ao ar, motivo sulbime existe.
Já sinto ao lado meu, o braço cinza e gélido da irmã,
Busca os meus para em par,
Partir dos domínios do sol gelado e da água limpida!
Meus filhos chorariam, embora aqui estejam e não saibam quem sou,
Minha doce companheira, assim o faria,
Se não tivesse chorado tanto por mim em vida.
Existirá, sei que existirá, ou pelo menos me agarro
Na vaga idéia, algo como miragem no deserto,
Que em alguma parte deste mundo ovalado existirá
Um par de olhos, antes coloridos e tomados de esperança e vida,
Que derramamarão lágrimas, que se puderem ser de saudade,
Serão de pena, se ainda não o forem, que sejam então de raiva!
Pensando bem, não desejo prantos,
Quero apenas sorrisos e risos, lembranças que tragam a razão,
Não transformem um momento simples em espetáculo de dor e sofrer.
Reze uma oração do credo que souberes, da forma que desejar
Será minha recomendação de chegada ao novo mundo
E assim saberei; viverei em ti e viverás em mim para o todo e sempre!
Não são palavras tolas como julgas em tua mente limitada,
Se assim as jogo ao ar, motivo sulbime existe.
Já sinto ao lado meu, o braço cinza e gélido da irmã,
Busca os meus para em par,
Partir dos domínios do sol gelado e da água limpida!
Meus filhos chorariam, embora aqui estejam e não saibam quem sou,
Minha doce companheira, assim o faria,
Se não tivesse chorado tanto por mim em vida.
Existirá, sei que existirá, ou pelo menos me agarro
Na vaga idéia, algo como miragem no deserto,
Que em alguma parte deste mundo ovalado existirá
Um par de olhos, antes coloridos e tomados de esperança e vida,
Que derramamarão lágrimas, que se puderem ser de saudade,
Serão de pena, se ainda não o forem, que sejam então de raiva!
Pensando bem, não desejo prantos,
Quero apenas sorrisos e risos, lembranças que tragam a razão,
Não transformem um momento simples em espetáculo de dor e sofrer.
Reze uma oração do credo que souberes, da forma que desejar
Será minha recomendação de chegada ao novo mundo
E assim saberei; viverei em ti e viverás em mim para o todo e sempre!
Dias de Outono
Fecho os olhos e vejo no véu escuro da noite,
Iluminado pelo luar, casal de mãos,
Percorrendo os caminhos desérticos que levam
Ao amanhecer!
Na fulgidez dos sentimentos, escorrem por entre
Os respiros e suspiros a salgada e espessa gota da vida
Degradante dos inquestionáveis magos de outrora!
Iluminado pelo luar, casal de mãos,
Percorrendo os caminhos desérticos que levam
Ao amanhecer!
Na fulgidez dos sentimentos, escorrem por entre
Os respiros e suspiros a salgada e espessa gota da vida
Degradante dos inquestionáveis magos de outrora!
Você Entenderá
Um dia você entenderá!
As noites que passei em claro
Perguntando se conseguirei aguentar tanta solidão,
Existe entre nós, um silêncio infinito como negro firmamento
É difícil falar tudo isso a você,
Já não falávamos mais de amor, pelo menos não entre nós,
Talvez pelo medo que tínhamos das respostas
De nossos questionamentos mais íntimos.
Um dia você entenderá!
Que sempre estarás presente em cada lágrima derramada
Lembrando que a falta do teu amor é enorme,
Parecendo-me ser uma eternidade o dia de nosso adeus.
Tua ausência dói como a ferida que não sara.
Sinto que preicso respirar teu ar, voltar a sonhar nossos sonhos,
Só você poderá conduzir-me à Terra Prometida.
Um dia você entenderá!
Que uma vida não é suficiente para viver todo esse amor que é teu.
Juro que te encontrarei novamente, nem que precise de mais 120 mil vidas.
Saberás como é dificil não saber onde e como estás,
E a dor de procurar-te em todas as pessoas e não encontrar,
Como é buscar-te sem êxito em cada flor e sorriso!
A mim basta a tua presença, ainda distante, para ser feliz e
Ter a surpresa de pegar-me a cantar, mesmo sem motivo.
Um dia você entenderá!
O quão é doloroso ter medo de amar pela eternidade,
Sem saber se seremos amados também
Que nenhuma outra me surpreenderá como você e
Enquanto viver, procurarei em cada estrela teu sorriso jovem!
São evidentes minhas palavras, como trombetas tocadas por anjos di creta,
Acredite em mim, sei o que pensas, escuta teu coração, elas são sinceras!
Um dia você entenderá!
Que grandes amores como o nosso, fazem crescer sorrisos entre lágrimas,
Quantas páginas e cartas ele escreveru e as noites que
Passamos acordados lendo-as!
Porque, quando não te sinto, me perco um pouco mais.
E terás a certeza que sempre precisei de você!
Não me importa saber que os grandes amores terminam,
Sei que permanecem vivos em nossos corações!
Um dia você entenderá!
Que se isto for uma audávia, permita-me ser audaz,
Mas não te esquecerás de mim, de meus beijos, carinhos e calor,
Assim como não me esquecerei de você!
Poderás encontrar um novo amor, mas não será como o nosso,
Nada neste universo será igual,
Porque tua voz é a canção mais alegre, teus olhos o sol de meu viver!
Um dia você entenderá!
Porque te guardo onde ninguém jamais chegará,
Não deixe que eu fuja, abra teus braços, me mande um sinal
Esperarei em qualquer cidade, em qualquer país, se esse for nosso destino.
Porque não sei viver sem você!
Um dia você entenderá!
Não somos anjos, apenas pessoas comuns e frágeis,
Prisioneiras de um sentimento,
Que não sabem amar, mas sonham dentro das prisões do coração!
Sempre quis dizer: És tu minha alegria!
Saiba que muitos amores morrem sem serem declarados e
Não devemos nos transformar em fanstas em sua busca,
Agora tenho que ir, mas te peço, não permitas que eu fuja!
As noites que passei em claro
Perguntando se conseguirei aguentar tanta solidão,
Existe entre nós, um silêncio infinito como negro firmamento
É difícil falar tudo isso a você,
Já não falávamos mais de amor, pelo menos não entre nós,
Talvez pelo medo que tínhamos das respostas
De nossos questionamentos mais íntimos.
Um dia você entenderá!
Que sempre estarás presente em cada lágrima derramada
Lembrando que a falta do teu amor é enorme,
Parecendo-me ser uma eternidade o dia de nosso adeus.
Tua ausência dói como a ferida que não sara.
Sinto que preicso respirar teu ar, voltar a sonhar nossos sonhos,
Só você poderá conduzir-me à Terra Prometida.
Um dia você entenderá!
Que uma vida não é suficiente para viver todo esse amor que é teu.
Juro que te encontrarei novamente, nem que precise de mais 120 mil vidas.
Saberás como é dificil não saber onde e como estás,
E a dor de procurar-te em todas as pessoas e não encontrar,
Como é buscar-te sem êxito em cada flor e sorriso!
A mim basta a tua presença, ainda distante, para ser feliz e
Ter a surpresa de pegar-me a cantar, mesmo sem motivo.
Um dia você entenderá!
O quão é doloroso ter medo de amar pela eternidade,
Sem saber se seremos amados também
Que nenhuma outra me surpreenderá como você e
Enquanto viver, procurarei em cada estrela teu sorriso jovem!
São evidentes minhas palavras, como trombetas tocadas por anjos di creta,
Acredite em mim, sei o que pensas, escuta teu coração, elas são sinceras!
Um dia você entenderá!
Que grandes amores como o nosso, fazem crescer sorrisos entre lágrimas,
Quantas páginas e cartas ele escreveru e as noites que
Passamos acordados lendo-as!
Porque, quando não te sinto, me perco um pouco mais.
E terás a certeza que sempre precisei de você!
Não me importa saber que os grandes amores terminam,
Sei que permanecem vivos em nossos corações!
Um dia você entenderá!
Que se isto for uma audávia, permita-me ser audaz,
Mas não te esquecerás de mim, de meus beijos, carinhos e calor,
Assim como não me esquecerei de você!
Poderás encontrar um novo amor, mas não será como o nosso,
Nada neste universo será igual,
Porque tua voz é a canção mais alegre, teus olhos o sol de meu viver!
Um dia você entenderá!
Porque te guardo onde ninguém jamais chegará,
Não deixe que eu fuja, abra teus braços, me mande um sinal
Esperarei em qualquer cidade, em qualquer país, se esse for nosso destino.
Porque não sei viver sem você!
Um dia você entenderá!
Não somos anjos, apenas pessoas comuns e frágeis,
Prisioneiras de um sentimento,
Que não sabem amar, mas sonham dentro das prisões do coração!
Sempre quis dizer: És tu minha alegria!
Saiba que muitos amores morrem sem serem declarados e
Não devemos nos transformar em fanstas em sua busca,
Agora tenho que ir, mas te peço, não permitas que eu fuja!
Prece do Amanhecer
Oh Senhor Misericordioso,
porque não escutas o clamor deste teu filho
que busca apenas respostas
em troca recebe apenas o eco de sua própria voz.
Ajuda-nos a perceber o exato momento
em que perdemos o rumo de nossas vidas.
Onde, em que local nos deixamos levar
pelas situações extremosas que roubaram-nos
o sossego e a paz de espírito?
Nada pode aquele, que absorto em si,
cego pelo néctar da auto-confiança,
deixa de olhar para o futuro com olhos infantis,
passando a colorir o mundo apenas com
nuances de preto e cinza.
o arco-íris da esperança, que colore nossos corações,
pulsa e impulsa-nos em direção ao infinito,
está escondido e esquecido na escuridão de
almas frias e negras, distantes do sol revigorante
que na alvorada, traz-nos a certeza de que tudo é possível!
porque não escutas o clamor deste teu filho
que busca apenas respostas
em troca recebe apenas o eco de sua própria voz.
Ajuda-nos a perceber o exato momento
em que perdemos o rumo de nossas vidas.
Onde, em que local nos deixamos levar
pelas situações extremosas que roubaram-nos
o sossego e a paz de espírito?
Nada pode aquele, que absorto em si,
cego pelo néctar da auto-confiança,
deixa de olhar para o futuro com olhos infantis,
passando a colorir o mundo apenas com
nuances de preto e cinza.
o arco-íris da esperança, que colore nossos corações,
pulsa e impulsa-nos em direção ao infinito,
está escondido e esquecido na escuridão de
almas frias e negras, distantes do sol revigorante
que na alvorada, traz-nos a certeza de que tudo é possível!
Infância
Criança serelepe pulando corda,
Balanço da vida no escorregador do dia.
Experiência intensa em alma vazia,
Tempo que passa, voa imperceptível
Aos nossos olhos tapados pela venda da ignorância,
pelo medo de viver, pela dúvida do arriscar,
Tentar apenas ser um certo alguém!
Balanço da vida no escorregador do dia.
Experiência intensa em alma vazia,
Tempo que passa, voa imperceptível
Aos nossos olhos tapados pela venda da ignorância,
pelo medo de viver, pela dúvida do arriscar,
Tentar apenas ser um certo alguém!
Profetas do Apocalipse
Desconfio daqueles que são considerados ou pior,
consideram-se donos absolutos de verdades incontestáveis!
Em seus pedestais de mármore, olham-nos
Mortais repletos da maior simplicidade,
Com ar desdenhoso, somos seres inferiores!
Olhando de perto, não serão eles os dignos de pena?
Não será triste a vida de alguém que procura,
a cada segundo subjulgar seus semelhantes?
Mesmo assim, continuo minha vida,
deixando apartados esses Senhores.
consideram-se donos absolutos de verdades incontestáveis!
Em seus pedestais de mármore, olham-nos
Mortais repletos da maior simplicidade,
Com ar desdenhoso, somos seres inferiores!
Olhando de perto, não serão eles os dignos de pena?
Não será triste a vida de alguém que procura,
a cada segundo subjulgar seus semelhantes?
Mesmo assim, continuo minha vida,
deixando apartados esses Senhores.
Tentavias Vãs
Tentamos falar, mas estávamos amordaçados,
tentamos correr, mas estávamos amarrados,
tentamos lutar, mas estávamos derrotados,
tentamos amar, mas estávamos amargurados,
tentamos fugir, mas estávamos acorrentados,
tentamos sonhar, mas estávamos acordados,
tentamos viver, mas estávamos mortos.
tentamos correr, mas estávamos amarrados,
tentamos lutar, mas estávamos derrotados,
tentamos amar, mas estávamos amargurados,
tentamos fugir, mas estávamos acorrentados,
tentamos sonhar, mas estávamos acordados,
tentamos viver, mas estávamos mortos.
Saudades Suas
Saudade é tudo o que sinto agora,
enquanto a água, mansamente molha minha face,
confundindo-se com as lágriamas
que incessantes, brotam de meus olhos.
Quando uma vez mais admiro seu retrato
é meu coração que chora,
então na noite fria, com o céu infinito de testemunha,
saio a gritar teu nome e como resposta recebo
o silêncio enlouquecedor das estrelas!
enquanto a água, mansamente molha minha face,
confundindo-se com as lágriamas
que incessantes, brotam de meus olhos.
Quando uma vez mais admiro seu retrato
é meu coração que chora,
então na noite fria, com o céu infinito de testemunha,
saio a gritar teu nome e como resposta recebo
o silêncio enlouquecedor das estrelas!
A busca do Peregrino
Tentei, juro que tentei,
mas nada é tão fácil assim.
um olhar, um sorriso, enfim,
algo de você para mim.
Na penumbra da noite,
rondo sem caminho,
à procura de quem possa tirar,
a angústia e a incerteza do meu peito.
Choro ao lembrar de quando fui feliz,
tinha você e nada mais importava.
Um dia o destino, este vil amigo,
em nossa porta bateu,
nos afastou para além do Vale da Felicidade.
Então, sozinho e com frio,
longe de seus beijos e carinhos,
tornei-me no que hoje sou,
nada mais do quem um peregrino,
que busca em cada esquina encontrar
seu amor!
mas nada é tão fácil assim.
um olhar, um sorriso, enfim,
algo de você para mim.
Na penumbra da noite,
rondo sem caminho,
à procura de quem possa tirar,
a angústia e a incerteza do meu peito.
Choro ao lembrar de quando fui feliz,
tinha você e nada mais importava.
Um dia o destino, este vil amigo,
em nossa porta bateu,
nos afastou para além do Vale da Felicidade.
Então, sozinho e com frio,
longe de seus beijos e carinhos,
tornei-me no que hoje sou,
nada mais do quem um peregrino,
que busca em cada esquina encontrar
seu amor!
Sinfonia do Lobo - nº 13
Nada há de mais triste e pavoros
que o uivar de um velho lobo solitário.
Aquele ser, sentado nas montanhas desertas,
Olha para o céu e lentamente começa.
Sua sinfonia é bela e cheia de dor.
Se pudéssemos, veríamos lagrimas em seus olhos,
Contemplantes do universo infinito.
Uma existência solitária, sem companhia,
Escondendo-se para sobreviver,
Apenas fugindo, fugindo...
que o uivar de um velho lobo solitário.
Aquele ser, sentado nas montanhas desertas,
Olha para o céu e lentamente começa.
Sua sinfonia é bela e cheia de dor.
Se pudéssemos, veríamos lagrimas em seus olhos,
Contemplantes do universo infinito.
Uma existência solitária, sem companhia,
Escondendo-se para sobreviver,
Apenas fugindo, fugindo...
I know
Sei o que esperar
de teu olhar... compreensão
de teus lábios... beijos ardentes
de teu sorriso... a certeza da felicidade
de tuas mãos... carinho em meu corpo
de teus braços... o ninho para meu descanso
de teu coração... amor
de tua alma... cumplicidade
de tua vida... a razão da minha
de meu coração... que ele fale: Amo você!
de teu olhar... compreensão
de teus lábios... beijos ardentes
de teu sorriso... a certeza da felicidade
de tuas mãos... carinho em meu corpo
de teus braços... o ninho para meu descanso
de teu coração... amor
de tua alma... cumplicidade
de tua vida... a razão da minha
de meu coração... que ele fale: Amo você!
Percursos
Caminhei por estradas infinitas
Percorri caminhos mil
Para chegar junto a ti
E em teu ouvidinho dizer:
Psiu, eu amo você!
Percorri caminhos mil
Para chegar junto a ti
E em teu ouvidinho dizer:
Psiu, eu amo você!
O Grande General
Em minha cidade há uma estátua,
Nela, o homem do cavalo,
Observa do alto de seu pomposo pedestal,
Coberto de bronze e glórias.
A velhinha de cabelos prateados
Insiste como uma guerreira,
Em transpor o campo adversário,
Enquanto a tropa de cavalos de ferro
Correm em sua direção!
Nela, o homem do cavalo,
Observa do alto de seu pomposo pedestal,
Coberto de bronze e glórias.
A velhinha de cabelos prateados
Insiste como uma guerreira,
Em transpor o campo adversário,
Enquanto a tropa de cavalos de ferro
Correm em sua direção!
Cardeal
Não peça para descrever os sonhos
Nem tão pouco um mundo de faz de conta.
Peça que te fale sobre o pássaro vermelho,
que pousou em meu quintal e com tua chegada
Abandonou-me!
Nem tão pouco um mundo de faz de conta.
Peça que te fale sobre o pássaro vermelho,
que pousou em meu quintal e com tua chegada
Abandonou-me!
Manto Negro
No imenso véu negro da noite,
Vejo o cintilar de uma solitária estrela.
Tão distante e próxima.
Gostaria de estar em seu lugar,
Me sentir intocável!
Sentir o conforto do vento,
A brisa no rosto, alivia o cansaço.
Sua luminosidade mescla sonhos e realidade,
Transformando tudo em novidade!
Vejo o cintilar de uma solitária estrela.
Tão distante e próxima.
Gostaria de estar em seu lugar,
Me sentir intocável!
Sentir o conforto do vento,
A brisa no rosto, alivia o cansaço.
Sua luminosidade mescla sonhos e realidade,
Transformando tudo em novidade!
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Deuses Pagãos
O rasgão no céu comprova o que os antigos diziam:
"Os deuses nos observam e nos conduzem como
marionetes, utilizando-nos para seu bel prazer!"
Os confrontos entre os humanos,
Fortalecem e suprem eles de ódio e raiva.
Se divertem com todas nossas frustrações,
Quanto mais decepcionados e dependentes,
mais tornam-se nossos comandantes.
Tomam as rédeas da situação...
Nos transformam em seus escravos!
"Os deuses nos observam e nos conduzem como
marionetes, utilizando-nos para seu bel prazer!"
Os confrontos entre os humanos,
Fortalecem e suprem eles de ódio e raiva.
Se divertem com todas nossas frustrações,
Quanto mais decepcionados e dependentes,
mais tornam-se nossos comandantes.
Tomam as rédeas da situação...
Nos transformam em seus escravos!
Birras
Uma cerveja, que mal fará?
Duas cervejas, que acontecerá?
Três cervejas, nada me surpreenderá!
Quatro cervejas, eu sou o cara
Sete cervejas três da manhã
Hora de pegar o "possante"
Você está bêbado - disse Cláudia
Cai na real vadia, eu sou braço
Três e dez, o "possante" grita e para.
Quatro da manhã, chegam os legistas
Quatro e meia, sou levado ao IML
O culpado?
O poste que cortou meu caminho!
Duas cervejas, que acontecerá?
Três cervejas, nada me surpreenderá!
Quatro cervejas, eu sou o cara
Sete cervejas três da manhã
Hora de pegar o "possante"
Você está bêbado - disse Cláudia
Cai na real vadia, eu sou braço
Três e dez, o "possante" grita e para.
Quatro da manhã, chegam os legistas
Quatro e meia, sou levado ao IML
O culpado?
O poste que cortou meu caminho!
Sábado à noite
Caminhando, vou de encontro aos teus olhos amendoados,
Toca, a ponta dos dedos na pele branca e macia
Extasiada sob lençóis de seda.
Percorro como animal faminto em busca de alimento,
As insinuantes curvas de teu delineado corpo,
Com minha visão em teus vales perfumados e inexplorados,
ávidos por exploradores pacientes e sedutores!
As bocas coladas há alguns minutos,
separam-se por milimetros, permitem ver por entre elas,
linguas contorcendo-se na sensual dança de prazer!
Os gemidos cada vez mais intensos e agudos,
Compõe a trilha sonora executada na noite que se inicia,
sem perceber, estamos entregues de corpo, alma e
Espírito aos instantes de maior contemplação.
O bailado de teus quadrias, enlouquecem minha libido,
Passo a desejar-te mais intensamente,
Rompendo as barreiras do aceitável,
Estremecemos com os arfares extasiados de dois corpos!
Toca, a ponta dos dedos na pele branca e macia
Extasiada sob lençóis de seda.
Percorro como animal faminto em busca de alimento,
As insinuantes curvas de teu delineado corpo,
Com minha visão em teus vales perfumados e inexplorados,
ávidos por exploradores pacientes e sedutores!
As bocas coladas há alguns minutos,
separam-se por milimetros, permitem ver por entre elas,
linguas contorcendo-se na sensual dança de prazer!
Os gemidos cada vez mais intensos e agudos,
Compõe a trilha sonora executada na noite que se inicia,
sem perceber, estamos entregues de corpo, alma e
Espírito aos instantes de maior contemplação.
O bailado de teus quadrias, enlouquecem minha libido,
Passo a desejar-te mais intensamente,
Rompendo as barreiras do aceitável,
Estremecemos com os arfares extasiados de dois corpos!
Sinais Perdidos
Há muito tempo, um sábio pronunciou:
"Quanto mais se fala, menos se tem à dizer
Não tenho a ciência exata para julga-la
Será mera simbologia?
Estava tão disperso,
Rapidamente sem deixar rastro,
Ocorreu a transformação
A grande transformação
Sem saber, tomou forma.
Teve a todos de assalto,
Intempestivamente se foi.
O vazio hojé é imenso... dificil de ser preenchido!
"Quanto mais se fala, menos se tem à dizer
Não tenho a ciência exata para julga-la
Será mera simbologia?
Estava tão disperso,
Rapidamente sem deixar rastro,
Ocorreu a transformação
A grande transformação
Sem saber, tomou forma.
Teve a todos de assalto,
Intempestivamente se foi.
O vazio hojé é imenso... dificil de ser preenchido!
Motores Noturnos
O ronco do motor rasga o silêncio da noite escura,
Estamos sozinhos, sem companhia
e os roncos continuam... tudo parece normal.
O estampido de um tiro é ouvido ao longe.
Porque ocorreu?
Serviremos de testemunhas:
As estrelas, a lua e eu!
Testemunhas dos motores escassos,
que insistem em rasgar a noite,
Perturbando nossos sonhos!
Estamos sozinhos, sem companhia
e os roncos continuam... tudo parece normal.
O estampido de um tiro é ouvido ao longe.
Porque ocorreu?
Serviremos de testemunhas:
As estrelas, a lua e eu!
Testemunhas dos motores escassos,
que insistem em rasgar a noite,
Perturbando nossos sonhos!
Reflexões perdidas no baú do Tempo
Ultimamente sinto a forte necessidade de recuperar o tempo perdido,
Acredito que tudo que nos ocorreu trouxe consigo uma mensagem,
Nada aconteceu por acaso... tudo está interligado.
Como conceber nossa cegueira diante da dor?
Como conceber nossa cegueira diante da dúvida?
Como conceber nossa cegueira diante da loucura?
Como conceber nossa cegueira diante da insensatez?
Empunhemos a espada e o escudo,
Selemos os cavalos e partamos em busca do tesouro perdido!
Vamos encurralar o inimigo, fazer com que sucumba diante de nossa força!
Saiamos em disparada à terra prometida, em busca de tudo que acreditamos!
Sejamos forte, sejamos vitoriosos!
Superemo-nos, que cada um seja multiplicado por cinco, seis, dez homens,
E no final, tenhamos a certeza de que tenha realmente valido a pena.
Acredito que tudo que nos ocorreu trouxe consigo uma mensagem,
Nada aconteceu por acaso... tudo está interligado.
Como conceber nossa cegueira diante da dor?
Como conceber nossa cegueira diante da dúvida?
Como conceber nossa cegueira diante da loucura?
Como conceber nossa cegueira diante da insensatez?
Empunhemos a espada e o escudo,
Selemos os cavalos e partamos em busca do tesouro perdido!
Vamos encurralar o inimigo, fazer com que sucumba diante de nossa força!
Saiamos em disparada à terra prometida, em busca de tudo que acreditamos!
Sejamos forte, sejamos vitoriosos!
Superemo-nos, que cada um seja multiplicado por cinco, seis, dez homens,
E no final, tenhamos a certeza de que tenha realmente valido a pena.
Se - 22/02/96
Se amar for, rir quando ela ri,
chorar quando ela chora
Emocionar-se quando ela se emociona,
Então a amo.
Se amar for sentir sua ausência,
E querer estar sempre ao seu lado
Então a amo.
Se amar for ficar bem com sua presença
Sentir-me extasiado com seus beijos,
Então a amo.
Independente dos obstáculos que nos separam
Não deixarei de amar-te
Mesmo sabendo que nunca nos uniremos
Irei te amar.
E apenas admirando teu sorriso,
Teus olhos lindos e vivos,
Já serei feliz!
chorar quando ela chora
Emocionar-se quando ela se emociona,
Então a amo.
Se amar for sentir sua ausência,
E querer estar sempre ao seu lado
Então a amo.
Se amar for ficar bem com sua presença
Sentir-me extasiado com seus beijos,
Então a amo.
Independente dos obstáculos que nos separam
Não deixarei de amar-te
Mesmo sabendo que nunca nos uniremos
Irei te amar.
E apenas admirando teu sorriso,
Teus olhos lindos e vivos,
Já serei feliz!
Profunda Reflexão
Fotos perdidas, pensamentos esparsos da época que tudo possuíamos
Nossa impericia, jogou-os pela janela do quarto.
Janela de onde contemplamos o firmamento,
Imponente com seu mistério, beleza e rapidamente perguntamos
Merecemos este presente?
Presente que desperdiçamos, não cuidamos
Apenas o aproveitamos, sem perceber ele terá fim!
Fim, palavra curta, reflexiva, de enorme peso
O que o fim é?
Apenas o recomeço de nossa caminhada!
Caminhada que conduz-nos ao conhecimento,
Auxiliar que desvendará o mistério,
Envolto por nossa existência
Existência conturbada,
Firme e de fiel propósito,
Poucos são os escolhidos a descobri-lo!
Nossa impericia, jogou-os pela janela do quarto.
Janela de onde contemplamos o firmamento,
Imponente com seu mistério, beleza e rapidamente perguntamos
Merecemos este presente?
Presente que desperdiçamos, não cuidamos
Apenas o aproveitamos, sem perceber ele terá fim!
Fim, palavra curta, reflexiva, de enorme peso
O que o fim é?
Apenas o recomeço de nossa caminhada!
Caminhada que conduz-nos ao conhecimento,
Auxiliar que desvendará o mistério,
Envolto por nossa existência
Existência conturbada,
Firme e de fiel propósito,
Poucos são os escolhidos a descobri-lo!
Constatações Urbanas
Que misteriosa quimica existe entre o andarilo e seu cão vadio?
O canídeo segue a frente de seu companheiro.
Abre passagem para que seu "deus" passe
caminhando sobre o tapete cinza das calçadas.
Relação misteriosa,
repleta de afeições e dignidade.
Sim, neles residem estas virtudes.
Ambos tornaram-se necessários
Como ar para os pulmões e água para os peixes!
O canídeo segue a frente de seu companheiro.
Abre passagem para que seu "deus" passe
caminhando sobre o tapete cinza das calçadas.
Relação misteriosa,
repleta de afeições e dignidade.
Sim, neles residem estas virtudes.
Ambos tornaram-se necessários
Como ar para os pulmões e água para os peixes!
Angulos
Se a trêmula voz, saída de minha boca
Tivesse nos outros o poder impactante
do canto dos pássaros,
Seria eu, em minha tentativa infantil e adulta,
Transmissor da mensagem clara que nasce
nos primeiros raios da alvorada.
Perceber que a natureza imóvel,
pode, da mesma maneira dilacerar
os sonhos da noite anterior, demonstra infelizmente
que nada de pior existe do que caminhar sozinho
pelos sombrios becos da cidade concretada no coração do mundo!
Tivesse nos outros o poder impactante
do canto dos pássaros,
Seria eu, em minha tentativa infantil e adulta,
Transmissor da mensagem clara que nasce
nos primeiros raios da alvorada.
Perceber que a natureza imóvel,
pode, da mesma maneira dilacerar
os sonhos da noite anterior, demonstra infelizmente
que nada de pior existe do que caminhar sozinho
pelos sombrios becos da cidade concretada no coração do mundo!
Batalha Moral
Se todo acontecimento modificador de tua vida fosse uma bomba,
terias a impressão de estar em meio a uma batalha,
aprisionado em algum campo nazista.
corroído pela incerteza, pelo medo, pela insegurança e
acima de tudo, pelo fracasso pessoal!
Se não desejas te sentir assim - lute.
Vá de encontro dos teus ideais e nunca,
Nunca desista de teus sonhos - por mais absurdos.
Não deixe passar a oportunidade,
Não sinta-se um fraco, indeciso e melancólico ser!
terias a impressão de estar em meio a uma batalha,
aprisionado em algum campo nazista.
corroído pela incerteza, pelo medo, pela insegurança e
acima de tudo, pelo fracasso pessoal!
Se não desejas te sentir assim - lute.
Vá de encontro dos teus ideais e nunca,
Nunca desista de teus sonhos - por mais absurdos.
Não deixe passar a oportunidade,
Não sinta-se um fraco, indeciso e melancólico ser!
Vencer
Se olhar para o lado irás ver,
existem várias pessoas iguais à você!
Então, porque não crer em si mesmo?
Você é um vencedor, lembre-se
Você tem tudo de que precisa, lembre-se
Não tenha inveja,
Batalhe e lute por seus objetivos,
Você verá quem nem tudo está perdido
Ainda há esperança
Lembre-se, várias pessoas contam com você.
Precisam de você!
Não as decepcione.
Uma decepção é o que de pior
Pode ocorrer para os que te rodeiam.
Lembre-se: você é um vencedor!
existem várias pessoas iguais à você!
Então, porque não crer em si mesmo?
Você é um vencedor, lembre-se
Você tem tudo de que precisa, lembre-se
Não tenha inveja,
Batalhe e lute por seus objetivos,
Você verá quem nem tudo está perdido
Ainda há esperança
Lembre-se, várias pessoas contam com você.
Precisam de você!
Não as decepcione.
Uma decepção é o que de pior
Pode ocorrer para os que te rodeiam.
Lembre-se: você é um vencedor!
Meu Elo Perdido
A você, todo meu amor será fiel.
Não aquele das revistas e filmes
E sim este que invade corpo e alma,
No frenesi constante deste meu tão
Sedento desejo de amar-te!
Em teu coração fiz minha moradia,
Nesta tênue situação, onde bocas se procuram,
Mãos se tocam, corpos se prendem
E almas se reconhecem.
Teu corpo tal qual convite nominal,
Exclusiva senha para nosso êxtase
Me faz suspirar, desejar, querer mais!
Fico, com olhos fechados, coração aberto e
Mente ligeira, lembrando de nossos encontros,
Dos teus sorrisos que enfeitiçavam e me roubavam o chão.
E nesta tão triste sina de amores impossíveis
Vou acompanhando teu passar,
Sonhando com o dia que beijarei tua boca de cetim,
E nos encontraremos sob alvos lençóis de seda
Para entre gemidos, sermos um único ser enfim!
Não aquele das revistas e filmes
E sim este que invade corpo e alma,
No frenesi constante deste meu tão
Sedento desejo de amar-te!
Em teu coração fiz minha moradia,
Nesta tênue situação, onde bocas se procuram,
Mãos se tocam, corpos se prendem
E almas se reconhecem.
Teu corpo tal qual convite nominal,
Exclusiva senha para nosso êxtase
Me faz suspirar, desejar, querer mais!
Fico, com olhos fechados, coração aberto e
Mente ligeira, lembrando de nossos encontros,
Dos teus sorrisos que enfeitiçavam e me roubavam o chão.
E nesta tão triste sina de amores impossíveis
Vou acompanhando teu passar,
Sonhando com o dia que beijarei tua boca de cetim,
E nos encontraremos sob alvos lençóis de seda
Para entre gemidos, sermos um único ser enfim!
domingo, 9 de agosto de 2009
Diavagações Insanas
Seria eu um anjo se apenas de bons pensamentos alimentasse meu pensar?
Se procede essa definição, o que seria eu quando olho em tua direção
desejando despir-te no meio da rua e entregar-me aos desejos da carne?
Ou seria eu diabo quando espraguejo contra quem em meu pé pisa?
Engraçado - diria o Barão se a ele fosse concedido o dom da fala -
Como se apegam a detalhes infundados os pensadores de hoje
Se até mesmo as abelhas possuem consciência do papel na sociedade estabelecida,
Porque perdemos tempo na vã tentativa de encontrar definições e verdades?
Admirável é o novo mundo que se descerra frente a nós,
Onde existem muitas verdades e apenas uma mentira.
O local imaculado e profano onde os Deuses brincam com seus bonecos prediletos,
Mostrando que sempre, invariavelmente, existem três formas de executarmos o que desejam:
A maneira certa, a errada e a do jeito deles!
Peculiar entretenimento, gado novo, cordeiros de Deus,
Imolados, não para pagamento dos pecados, mas pela necessidade instintiva e animal
De impor com força o que as palavras inutilmente tentaram, tentam e tentarão por séculos!
Quando as flores brotam do solo fértil, nos regozijamos em alegria,
Damos a elas o tratamento dispensado às realezas, mas, sem em nossa porta bate
Alguém com a mão estendida, rosto marcado pedindo o pão, o escárnio toma nossas feições.
Enxotamos o coitado, independente de sua cor, credo, sexo, da forma que expulsamos moscas.
Crer em que - perguntam-se os andarilhos e mendigos, se a ele passamos a idéia
de não serem mais do que estorvo e lixo nas vias das selvas de pedra.
Entregues ao destino cruel, entre um gole e outro de aguardente,
Contam os dias que tentam adivinhar, na busca e esperança de algum momento,
Abraçados pelo consolador eterno, sejam elevados a condição de fiés escudeiros da bondade.
Serão - disse certa vez um cabeludo, considerado pelos seus como louco e perturbador -
as vozes dos oprimidos escutadas com muita paciência e atenção pelo grande Pai.
Temo que não tenhamos tempo suficiente para ajudar a tantos irmãos,
Alimentar tantas bocas e abraçar tantas mães aflitas que choram pela sorte de seus filhos,
perdidos entre os becos escuros, fétidos, repletos de pragas,
Drogados e prostituídos pelas mazelas soltas no pátio do mundo.
Deixo a ti, leitor meu
Decidir o que esse pobre que vos escreve é
Não cabe a mim ser juiz dos pensamentos,
Tão poucos seus, como meus!
Se procede essa definição, o que seria eu quando olho em tua direção
desejando despir-te no meio da rua e entregar-me aos desejos da carne?
Ou seria eu diabo quando espraguejo contra quem em meu pé pisa?
Engraçado - diria o Barão se a ele fosse concedido o dom da fala -
Como se apegam a detalhes infundados os pensadores de hoje
Se até mesmo as abelhas possuem consciência do papel na sociedade estabelecida,
Porque perdemos tempo na vã tentativa de encontrar definições e verdades?
Admirável é o novo mundo que se descerra frente a nós,
Onde existem muitas verdades e apenas uma mentira.
O local imaculado e profano onde os Deuses brincam com seus bonecos prediletos,
Mostrando que sempre, invariavelmente, existem três formas de executarmos o que desejam:
A maneira certa, a errada e a do jeito deles!
Peculiar entretenimento, gado novo, cordeiros de Deus,
Imolados, não para pagamento dos pecados, mas pela necessidade instintiva e animal
De impor com força o que as palavras inutilmente tentaram, tentam e tentarão por séculos!
Quando as flores brotam do solo fértil, nos regozijamos em alegria,
Damos a elas o tratamento dispensado às realezas, mas, sem em nossa porta bate
Alguém com a mão estendida, rosto marcado pedindo o pão, o escárnio toma nossas feições.
Enxotamos o coitado, independente de sua cor, credo, sexo, da forma que expulsamos moscas.
Crer em que - perguntam-se os andarilhos e mendigos, se a ele passamos a idéia
de não serem mais do que estorvo e lixo nas vias das selvas de pedra.
Entregues ao destino cruel, entre um gole e outro de aguardente,
Contam os dias que tentam adivinhar, na busca e esperança de algum momento,
Abraçados pelo consolador eterno, sejam elevados a condição de fiés escudeiros da bondade.
Serão - disse certa vez um cabeludo, considerado pelos seus como louco e perturbador -
as vozes dos oprimidos escutadas com muita paciência e atenção pelo grande Pai.
Temo que não tenhamos tempo suficiente para ajudar a tantos irmãos,
Alimentar tantas bocas e abraçar tantas mães aflitas que choram pela sorte de seus filhos,
perdidos entre os becos escuros, fétidos, repletos de pragas,
Drogados e prostituídos pelas mazelas soltas no pátio do mundo.
Deixo a ti, leitor meu
Decidir o que esse pobre que vos escreve é
Não cabe a mim ser juiz dos pensamentos,
Tão poucos seus, como meus!
Química
Por um breve momento, um átimo de segundo,
Pensei ter sentido o odor de teu perfume de rosas.
Rápido, olhei em direção à porta
Lá encontrei apenas uma nesga de sol
Assim, triste por saber que tudo não passou
de sonho meu, derramei as últimas lágrimas
Sabendo que a morte, não separa duas pessoas que se amam,
Apenas adia o seu reencontro!
Pensei ter sentido o odor de teu perfume de rosas.
Rápido, olhei em direção à porta
Lá encontrei apenas uma nesga de sol
Assim, triste por saber que tudo não passou
de sonho meu, derramei as últimas lágrimas
Sabendo que a morte, não separa duas pessoas que se amam,
Apenas adia o seu reencontro!
Mudança de Ares
Partiu levando consigo,
não apenas os móveis do quarto
e a mobilia da sala.
Levou junto, os sonhos idealizados,
nas longas noites de outubro.
Os sorrisos distribuidos
entre mil frases de amor.
Ao bater a porta, não deixava para trás,
tão somente histórias vividas entre quatro paredes,
abria mão, isso sim, da chance única e rara da
Felicidade escondida sob orientais olhos amendoados.
não apenas os móveis do quarto
e a mobilia da sala.
Levou junto, os sonhos idealizados,
nas longas noites de outubro.
Os sorrisos distribuidos
entre mil frases de amor.
Ao bater a porta, não deixava para trás,
tão somente histórias vividas entre quatro paredes,
abria mão, isso sim, da chance única e rara da
Felicidade escondida sob orientais olhos amendoados.
Fogo e Luz
O raio corta o céu de forma imponente e magnifica,
A luminosidade provocada é enorme
Fogo, destruição e morte.
Tudo se confunde nesta noite,
Onde as trevas dominam o sol e
Nossas vidas não mais nos pertencem.
A luminosidade provocada é enorme
Fogo, destruição e morte.
Tudo se confunde nesta noite,
Onde as trevas dominam o sol e
Nossas vidas não mais nos pertencem.
A viagem
No silêncio da noite, na solidão da madrugada,
Tenho como companheira a lembrança
Ela me entristece, já não posso voltar a viver,
Perdi o trem da felicidade.
Não havia comprado a passagem da esperança.
Fico sentado no banco da conformidade,
até que resolvo seguir o destino.
Saio da estação recordação,
ando pela estrada da história,
em direção ao meu lar.
Agora, sentado na soleira da porta,
Espero o sublime momento de viajar,
com certeza não me atrasarei,
Pegarei carona com a irmã morte!
Tenho como companheira a lembrança
Ela me entristece, já não posso voltar a viver,
Perdi o trem da felicidade.
Não havia comprado a passagem da esperança.
Fico sentado no banco da conformidade,
até que resolvo seguir o destino.
Saio da estação recordação,
ando pela estrada da história,
em direção ao meu lar.
Agora, sentado na soleira da porta,
Espero o sublime momento de viajar,
com certeza não me atrasarei,
Pegarei carona com a irmã morte!
Constatações
O que vemos no céu azul?
nas colinas verdejantes,
nas ondas limpidas do mar,
na chuva gélida de quem insiste em nos banhar?
A magnifica criação de Deus!
nas colinas verdejantes,
nas ondas limpidas do mar,
na chuva gélida de quem insiste em nos banhar?
A magnifica criação de Deus!
Desejos Infundados
Eu sei, você sabe, eles sabem...
Todos conhecem
Estão sedentos pela verdade!
querem entender o que não existe,
querem tocar no que não vem,
querem falar com quem é mudo,
querem ouvir a música que não é tocada,
querem comprar o que não está à venda,
Desejam ser donos de todos,
embora não hajam mais escravos.
Todos conhecem
Estão sedentos pela verdade!
querem entender o que não existe,
querem tocar no que não vem,
querem falar com quem é mudo,
querem ouvir a música que não é tocada,
querem comprar o que não está à venda,
Desejam ser donos de todos,
embora não hajam mais escravos.
Photos
Vendo as antigas fotos de familia, fico curioso...
Como eram? Como pensavam? Como agiam?
Rostos tristes, fisionomias cansadas,
Somente fotos amareladas pelo tempo,
Cabelos estranhos, roupas esquisitas,
Tudo diferente, parecemos desconhecidos,
mas apenas somos parentes!
Como eram? Como pensavam? Como agiam?
Rostos tristes, fisionomias cansadas,
Somente fotos amareladas pelo tempo,
Cabelos estranhos, roupas esquisitas,
Tudo diferente, parecemos desconhecidos,
mas apenas somos parentes!
Saber
Sabe,
eu queria dizer uma coisa.
Sabe,
eu queria falar
Sabe
o que eu queria falar?
Eu nao sei.
E você, sabe?
eu queria dizer uma coisa.
Sabe,
eu queria falar
Sabe
o que eu queria falar?
Eu nao sei.
E você, sabe?
Sonhos e Desejos
Eu queria ser como a chuva,
livre e solto
vai e volta,
sempre, sem dar explicação
mas na verdade sou um robo,
robo dos meus pensamentos,
Um robo burro!
livre e solto
vai e volta,
sempre, sem dar explicação
mas na verdade sou um robo,
robo dos meus pensamentos,
Um robo burro!
sábado, 8 de agosto de 2009
Verão em Búzios
Nada, nem ninguém conseguirá nos separar.
Esta foi a promessa que fizemos em nossa infância.
Hoje, sentado escrevendo estas linhas,
Tento imaginar onde possas estar,
Como estás vivendo, o que fazes,
Se ainda lembra da promessa do verão de 82.
Esta foi a promessa que fizemos em nossa infância.
Hoje, sentado escrevendo estas linhas,
Tento imaginar onde possas estar,
Como estás vivendo, o que fazes,
Se ainda lembra da promessa do verão de 82.
Ventos do Sul
A brisa que vem do sul,
traz à tona os bons momentos que vivemos,
Leva embora toda a desilução que sentimos.
traz à tona os bons momentos que vivemos,
Leva embora toda a desilução que sentimos.
Procura
Uma vez procurei respostas que não encontrei,
Desejei saber mais do que devia.
Quis ter tudo, quis ser todos,
A realidade é cruel e machuca,
Consome aos poucos e se o arrependimento
Ao seu lado estiver, o fardo mais pesado será!
Desejei saber mais do que devia.
Quis ter tudo, quis ser todos,
A realidade é cruel e machuca,
Consome aos poucos e se o arrependimento
Ao seu lado estiver, o fardo mais pesado será!
Saudade Amordaçada
Ontem senti sua falta,
a chuva fina que caía à noite
Surrupiou-me seus beijos
Sem nada poder fazer
Quis correr ao encontro seu,
mas estava preso.
Quis abraça-la,
mas estava amarrado,
Quis falar-lhe de amor,
mas fiquei calado!
a chuva fina que caía à noite
Surrupiou-me seus beijos
Sem nada poder fazer
Quis correr ao encontro seu,
mas estava preso.
Quis abraça-la,
mas estava amarrado,
Quis falar-lhe de amor,
mas fiquei calado!
Vazio
Mentes vazias,
Demência e sangria
Quem somos?
O que fazemos?
Nada mais importa ao chefe do caos,
O dono das almas perdidas.
Demência e sangria
Quem somos?
O que fazemos?
Nada mais importa ao chefe do caos,
O dono das almas perdidas.
A Magia do Amor
Como mágica, não derramei nenhuma gota de sangue,
Assumi a batalha, apagando o fogo de meu coração.
Amar é andar em constante fuga
É o fato, mas não será mais!
É ilusão e a verdade escorre pelos caminhos
seguidos em minha vida!
Em meus sonhos, aparece nossa imagem tão bela,
Que maravilhosa confusão!
Traz o diálogo e a paixão,
Hoje sinto-me aprisionado por você.
Mas não é verdade,
Uma história de amor é sempre substituida por outra.
O amor é somente improvisação,
Não é como o vento, nem como o sol.
É muito melhor, não sei te explicar.
Amar é arriscar-se
Se é uma ilusão, talvez tenhamos que acreditar
E quando tudo parecer perdido,
Fazendo-te crer que tudo não passou de terrivel engano.
Imagine tua vida, que sem amor não teria sentido,
Deixe que ele entre em teu coração,
Pois amar é arriscar-se e não deixar que a razão fale por nós!
Assumi a batalha, apagando o fogo de meu coração.
Amar é andar em constante fuga
É o fato, mas não será mais!
É ilusão e a verdade escorre pelos caminhos
seguidos em minha vida!
Em meus sonhos, aparece nossa imagem tão bela,
Que maravilhosa confusão!
Traz o diálogo e a paixão,
Hoje sinto-me aprisionado por você.
Mas não é verdade,
Uma história de amor é sempre substituida por outra.
O amor é somente improvisação,
Não é como o vento, nem como o sol.
É muito melhor, não sei te explicar.
Amar é arriscar-se
Se é uma ilusão, talvez tenhamos que acreditar
E quando tudo parecer perdido,
Fazendo-te crer que tudo não passou de terrivel engano.
Imagine tua vida, que sem amor não teria sentido,
Deixe que ele entre em teu coração,
Pois amar é arriscar-se e não deixar que a razão fale por nós!
Flores Fundidas
Flores floridas florescem
formando florais florescentes
flutuante fenômeno, fantástico,
fantasia funcional, formando
fisionomias, formatos fabulosos!
formando florais florescentes
flutuante fenômeno, fantástico,
fantasia funcional, formando
fisionomias, formatos fabulosos!
Pensando em Você
Tenho tanto pra te dizer, mas não saberia por onde começar,
Palavras escassas, evaporam-se, perdem-se nos labirintos das noites.
E Não há melhor lugar para encontrar-te a não ser em meus sonhos,
Nos sonhos tudo é lícito,
As sombras refletidas nos muros são nossos anseios,
Permitindo-nos o isolamento do mundo,
Direcionando minha atenção ao objeto do meu desejo
Ao admirar tua beleza, constato o óbvio,
Teus olhos castanhos, semelhantes a dois oceanos límpidos,
Escondem os mais profundos segredos.
Tantos foram os que ansiaram esta oportunidade de vida;
Mergulhar neles na expectativa de desvendar
Os segredos submersos em teu íntimo.
Embora julgassem-se preparados para este desafio,
A insegurança, incompetência ou o simples despreparo,
Não os permitiu êxito com maestria....
Gostaria por um segundo apenas, ser este mergulhador,
Buscar em teu íntimo o mais profundo e secreto desejo,
Resgata-lo, traze-lo à tona e torna-lo realidade.
Assim, surgiria em teus olhos, janela da alma,
O brilho incessante de vida,
Nos lábios o sorriso maroto e ingênuo e
Na face o reflexo da mais profunda realização e êxtase...
Tenho consciência de minhas limitações
E seria eu, apenas mais um a tentar,
Saciar teu fogo de vida.
Fico assim ao longe,
Admirando teu passar,
Aspirando tua fragância,
Sonhando, imaginando
O encontro de nossas bocas;
A tua língua na minha;
Teu corpo junto ao meu,
Meu sexo no teu,
Onde seríamos um único ser,
Um único corpo,
Saciando a nossa vontade de viver....
Palavras escassas, evaporam-se, perdem-se nos labirintos das noites.
E Não há melhor lugar para encontrar-te a não ser em meus sonhos,
Nos sonhos tudo é lícito,
As sombras refletidas nos muros são nossos anseios,
Permitindo-nos o isolamento do mundo,
Direcionando minha atenção ao objeto do meu desejo
Ao admirar tua beleza, constato o óbvio,
Teus olhos castanhos, semelhantes a dois oceanos límpidos,
Escondem os mais profundos segredos.
Tantos foram os que ansiaram esta oportunidade de vida;
Mergulhar neles na expectativa de desvendar
Os segredos submersos em teu íntimo.
Embora julgassem-se preparados para este desafio,
A insegurança, incompetência ou o simples despreparo,
Não os permitiu êxito com maestria....
Gostaria por um segundo apenas, ser este mergulhador,
Buscar em teu íntimo o mais profundo e secreto desejo,
Resgata-lo, traze-lo à tona e torna-lo realidade.
Assim, surgiria em teus olhos, janela da alma,
O brilho incessante de vida,
Nos lábios o sorriso maroto e ingênuo e
Na face o reflexo da mais profunda realização e êxtase...
Tenho consciência de minhas limitações
E seria eu, apenas mais um a tentar,
Saciar teu fogo de vida.
Fico assim ao longe,
Admirando teu passar,
Aspirando tua fragância,
Sonhando, imaginando
O encontro de nossas bocas;
A tua língua na minha;
Teu corpo junto ao meu,
Meu sexo no teu,
Onde seríamos um único ser,
Um único corpo,
Saciando a nossa vontade de viver....
Irmã Morte
Oh irmã abnegada que cumpre seu dever, por onde andarás?
Deslizando por entre os jardins nefastos e sombrios
das flores de chumbo e odor de enxofre.
Procuras no mar de sangue a presa mais indefesa,
Não a merecedora de teus préstimos.
Por seres quem és, causa pânico e temor,
Não sabem os tolos, que és bela e indefesa como os anjos.
Ceifa-nos, as angustias e irritações, és envolta pela capa "nera"
Nossa guardiã, conduz-nos em tua barca para novo despertar,
Onde ao beijarmos tua gélida boca, recebemos o novo sopro de
Vida e amor!
Deslizando por entre os jardins nefastos e sombrios
das flores de chumbo e odor de enxofre.
Procuras no mar de sangue a presa mais indefesa,
Não a merecedora de teus préstimos.
Por seres quem és, causa pânico e temor,
Não sabem os tolos, que és bela e indefesa como os anjos.
Ceifa-nos, as angustias e irritações, és envolta pela capa "nera"
Nossa guardiã, conduz-nos em tua barca para novo despertar,
Onde ao beijarmos tua gélida boca, recebemos o novo sopro de
Vida e amor!
Grande Presente
Às vezes faz-se necessário
Sentir frio para dar o merecido valor
Aos nossos já tão surrados trajes.
Sentir fome para avaliar e agradecer
Ao misericordioso Pai, o pão nosso de cada dia!
Cair para desfrutar da sensação única e inexplicável
De receber um sorriso largo e a mão para levantar
Enfim, é necessário respirar para sentir-se
Merecedor do dom divino e inssolúvel:A vida!
Sentir frio para dar o merecido valor
Aos nossos já tão surrados trajes.
Sentir fome para avaliar e agradecer
Ao misericordioso Pai, o pão nosso de cada dia!
Cair para desfrutar da sensação única e inexplicável
De receber um sorriso largo e a mão para levantar
Enfim, é necessário respirar para sentir-se
Merecedor do dom divino e inssolúvel:A vida!
Sem nexo e sentido
Se desejasse tornar-me um poeta, que deveria fazer?
Falar sobre o amor e a tolerância do homem,
Antes de assunto sem interesse é fadado ao fracasso,
Já que ambos dasaparecem paulatinamente dos corações atormentados.
Os textos que sentira prazer em rabiscar com minha pena,
Já o foram feitos por mãos mais ágeis e mentes prodigiosas.
É tarde e o silêncio da madrugada se aproxima,
Portanto os sonhos adormecidos que ganharão vidao em meu adormecer!
Falar sobre o amor e a tolerância do homem,
Antes de assunto sem interesse é fadado ao fracasso,
Já que ambos dasaparecem paulatinamente dos corações atormentados.
Os textos que sentira prazer em rabiscar com minha pena,
Já o foram feitos por mãos mais ágeis e mentes prodigiosas.
É tarde e o silêncio da madrugada se aproxima,
Portanto os sonhos adormecidos que ganharão vidao em meu adormecer!
Gratidões Diurnas
Cansei de elevar o pensamento na esperança que apenas belas e distintas palavras e pensamentos fosse escritos no papel!
Não sabia, talvez por ignorância ou por desejo próprio, que não basta apenas isso, há muito mais em jogo.
Perder teu precioso tempo lendo estas mal traçadas linhas, instiga-me a pensar que serás digno de reconhecimento, não apenas dos homens e deuses, mas meu também.
Acaso existe, ser mais nobre do que aquele atencioso ao irmão louco?
Não sabia, talvez por ignorância ou por desejo próprio, que não basta apenas isso, há muito mais em jogo.
Perder teu precioso tempo lendo estas mal traçadas linhas, instiga-me a pensar que serás digno de reconhecimento, não apenas dos homens e deuses, mas meu também.
Acaso existe, ser mais nobre do que aquele atencioso ao irmão louco?
Relógio
A tarde enfadonha fez com que os minutos
Tornassem-se infinitamente longos.
Estava com sua atenção totalmente voltada
Ao branco relógio de parede.
Pensava ao acompanhar o "segundeiro"
_ Que posso fazer em um minuto?
Beijar, me apaixonar, ganhar, perder, empatar,
Comer uma bala, tomar um café, cair e levantar,
Rezar, respirar, chorar, sorrir, cantar e principalmente
Ler este poema e não compreende-lo!
Tornassem-se infinitamente longos.
Estava com sua atenção totalmente voltada
Ao branco relógio de parede.
Pensava ao acompanhar o "segundeiro"
_ Que posso fazer em um minuto?
Beijar, me apaixonar, ganhar, perder, empatar,
Comer uma bala, tomar um café, cair e levantar,
Rezar, respirar, chorar, sorrir, cantar e principalmente
Ler este poema e não compreende-lo!
Soturnos
Silêncio, soam subitamente silvos sinistros
Satisfazendo somente seus senhores
Sua sonoridade salienta-se sobre seis sapos,
Sem saberem, são seus segundos servos!
Satisfazendo somente seus senhores
Sua sonoridade salienta-se sobre seis sapos,
Sem saberem, são seus segundos servos!
Palavras Tolas
Não solte ao vento tuas palavras,
Sem antes ter a certeza que não serão felinas,
Capazes de destruir sonhos e ilusões.
Tão pouco permita tornar-se escravo delas
Leve-as sempre em tua alma,
o que aos outros não será óbvio,
Teu silêncio só deve ser quebrado,
Se houver real necessidade de pronuncia-las.
Acaso não possas ser o mensageiro de boas novas,
da alegria que esperam,
Torna-te o porta voz de coisas belas,
Assim compensarás um pouco
A expectativa que nutrem por ti.
Sem antes ter a certeza que não serão felinas,
Capazes de destruir sonhos e ilusões.
Tão pouco permita tornar-se escravo delas
Leve-as sempre em tua alma,
o que aos outros não será óbvio,
Teu silêncio só deve ser quebrado,
Se houver real necessidade de pronuncia-las.
Acaso não possas ser o mensageiro de boas novas,
da alegria que esperam,
Torna-te o porta voz de coisas belas,
Assim compensarás um pouco
A expectativa que nutrem por ti.
Maria Minha Mãe
Virgem dos carentes
Teus olhos bondosos
Irradiam a doçura somente
Encontrada nas sublimes mães.
Dá-me teu colo para encontrar,
Entre soluços e lágrimas
O alento dos necessitados,
Afague minha cabeça,
Fazendo-me dormir em teus braços.
Abençõe minha vida e diga que
Não iremos mais sofrer!
Teus olhos bondosos
Irradiam a doçura somente
Encontrada nas sublimes mães.
Dá-me teu colo para encontrar,
Entre soluços e lágrimas
O alento dos necessitados,
Afague minha cabeça,
Fazendo-me dormir em teus braços.
Abençõe minha vida e diga que
Não iremos mais sofrer!
Pequenas Trabalhadoras
De que abnegação são dotadas as formigas.
sim, essas mesmas, pequeninas empreteiras
Que velozmente cruzam sob nossos pés,
fugindo da sinfonia de pisadas que criamos.
Pobres coitadas!
Dia e noite, trabalham como escravas,
sem ter a certeza de ao final da jornada
Voltarem a casa!
"Sembram" ou outro ser,
Maior, não menos abnegado que vive
Há alguns metros de distância.
sim, essas mesmas, pequeninas empreteiras
Que velozmente cruzam sob nossos pés,
fugindo da sinfonia de pisadas que criamos.
Pobres coitadas!
Dia e noite, trabalham como escravas,
sem ter a certeza de ao final da jornada
Voltarem a casa!
"Sembram" ou outro ser,
Maior, não menos abnegado que vive
Há alguns metros de distância.
Minha Amiga!
Hoje, a árvore do jardim do "seu" Quincas me abanou.
Foi um abano longo, saudoso,
Daqueles que os amigos dão quando partem!
Não sabia se ela me reconheceria,
Talvez lembrasse das vezes que a escalei, não sei.
Mas me abanou, isso é o importante.
Prefiro pensar assim, do que ter a decepção,
Ao perceber que o vento danado
Foi o responsável pelo movimento!
Foi um abano longo, saudoso,
Daqueles que os amigos dão quando partem!
Não sabia se ela me reconheceria,
Talvez lembrasse das vezes que a escalei, não sei.
Mas me abanou, isso é o importante.
Prefiro pensar assim, do que ter a decepção,
Ao perceber que o vento danado
Foi o responsável pelo movimento!
domingo, 2 de agosto de 2009
A Fuga
Fecho os olhos, a explosão me liberta
As correntes que prendiam com exatidão cirurgica
Os temores infantis aprisionados na alma adulta,
Partem em revoada para terrenos mais férteis,
Onde encontrarão o apoio necessario,
Aprofundando-se no oceano desconhecido dos sonhos!
As correntes que prendiam com exatidão cirurgica
Os temores infantis aprisionados na alma adulta,
Partem em revoada para terrenos mais férteis,
Onde encontrarão o apoio necessario,
Aprofundando-se no oceano desconhecido dos sonhos!
Natal nos Alpes
Fazia frio e ao fechar seus olhos,
Lembrava apenas da familia
Sentada em frente a lareira,
Do vinho que percorria sua garganta
de encontro ao peixe servido na janta.
Havia sido uma noite agradável,
daquelas dignas de serem registradas
com fotos, muitas, diga-se de passagem.
Em sua frente, escuta o barulho dos embrulhos,
Sendo rasgados pelas ávidas mãos de seus sobrinhos e filhos,
a bola tão desejada,
A boneca, fruto de muito dever de casa, foi conquistada.
"Olha papai... está nevando!"
Sim, a sua última neve.
Lembrava apenas da familia
Sentada em frente a lareira,
Do vinho que percorria sua garganta
de encontro ao peixe servido na janta.
Havia sido uma noite agradável,
daquelas dignas de serem registradas
com fotos, muitas, diga-se de passagem.
Em sua frente, escuta o barulho dos embrulhos,
Sendo rasgados pelas ávidas mãos de seus sobrinhos e filhos,
a bola tão desejada,
A boneca, fruto de muito dever de casa, foi conquistada.
"Olha papai... está nevando!"
Sim, a sua última neve.
Alma Poética
Um poeta é um ser solitário, imerso em suas memórias,
Passeia por elas como a criança que brinca no parque - sem preocupações.
Ser poeta, antes de mais nada, é um estado de espírito!
Não lhe peça para escrever coisas belas, se em seu coração residir angustia,
Não lhe suplique por tristezas quando nele existirem somente alegrias!
Lidar com palavras, está ai o maior dom de nossas vidas.
Passeia por elas como a criança que brinca no parque - sem preocupações.
Ser poeta, antes de mais nada, é um estado de espírito!
Não lhe peça para escrever coisas belas, se em seu coração residir angustia,
Não lhe suplique por tristezas quando nele existirem somente alegrias!
Lidar com palavras, está ai o maior dom de nossas vidas.
Escalada
Vá ao topo da montanha mágica dos sonhos,
Levando em seu coração
A presença constante da sombra de esperança,
Companheira da bela caminhada!
Mediremos a maldade e o erro sempre presentes,
Guardados em todas as ações dos homens de boa fé!
Levando em seu coração
A presença constante da sombra de esperança,
Companheira da bela caminhada!
Mediremos a maldade e o erro sempre presentes,
Guardados em todas as ações dos homens de boa fé!
Sintonia total
Procure-me em todo o lugar
Pois encontrará
Mesmo distante,
Algum detalhe que lembrará
A continuidade da vida...
Os pássaros a soar melodias de Mozart,
As flores pintando quadros de Van Gogh,
As crianças repletas de ingenuidade,
Fazendo-te notar que se entregar à derrota,
Antes de bobagem, é um ato de fraqueza!
Pois encontrará
Mesmo distante,
Algum detalhe que lembrará
A continuidade da vida...
Os pássaros a soar melodias de Mozart,
As flores pintando quadros de Van Gogh,
As crianças repletas de ingenuidade,
Fazendo-te notar que se entregar à derrota,
Antes de bobagem, é um ato de fraqueza!
Poetas de Verdade
Posto aqui, dois poemas de poetas verdadeiros...
"Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos,
Deixa em paz a mim!
Se me queres, enfim,
Tem de ser bem devagarinho,
Amada, que a vida é breve
E o amor, mais breve ainda" - Mário Quintana
Confronto
"Bateu amor à porta da Loucura
Deixa-me entrar - pediu - sou teu irmão
Só tu me limparás da lama escura
A que me conduziu minha paixão.
A Loucura desdenha recebê-lo
Sabendo quanto Amor vive de engano,
Mas estarrece de surpresa ao vê-lo
De humano que era, assim tão inumano
E exclama: Entra correndo, o pouso é teu.
Mais que ninguém mereces habitar
Minha casa infernal feita de breu
Enquanto me retiro, sem destino
Pois não sei de mais, triste desatino
Que este mal sem perdão, o tal de Amor. - Carlos Drummond de Andrade
"Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos,
Deixa em paz a mim!
Se me queres, enfim,
Tem de ser bem devagarinho,
Amada, que a vida é breve
E o amor, mais breve ainda" - Mário Quintana
Confronto
"Bateu amor à porta da Loucura
Deixa-me entrar - pediu - sou teu irmão
Só tu me limparás da lama escura
A que me conduziu minha paixão.
A Loucura desdenha recebê-lo
Sabendo quanto Amor vive de engano,
Mas estarrece de surpresa ao vê-lo
De humano que era, assim tão inumano
E exclama: Entra correndo, o pouso é teu.
Mais que ninguém mereces habitar
Minha casa infernal feita de breu
Enquanto me retiro, sem destino
Pois não sei de mais, triste desatino
Que este mal sem perdão, o tal de Amor. - Carlos Drummond de Andrade
sábado, 1 de agosto de 2009
Recomeço
Saiu Luzia fingindo pressa
Pelo caminho que seus pais a ensinaram...
Não conduzia em suas mãos a aliança de ouro
e nem em seu coração a lembrança do
Amor vivido e há pouco enterrado,
Mas seu peito estava repleto de esperança.
E o arco-irias ao longe deu-lhe a certeza
Que começava ali, um dia inesquecível!
Pelo caminho que seus pais a ensinaram...
Não conduzia em suas mãos a aliança de ouro
e nem em seu coração a lembrança do
Amor vivido e há pouco enterrado,
Mas seu peito estava repleto de esperança.
E o arco-irias ao longe deu-lhe a certeza
Que começava ali, um dia inesquecível!
Jardineiro
O mundo dos outros é repleto de jardins,
Enfeitados com rosas e margaridas,
Os pássaros gorjeiam nos galhos dos pomares,
É colorido com nuances de azul!
Em meu mundo, tudo é cinza,
Os jardins ora estão queimados ou repletos de crisântemos,
Somente existem revoadas de aves sórdidas
E um frio eterno que congela minh'alma!
Enfeitados com rosas e margaridas,
Os pássaros gorjeiam nos galhos dos pomares,
É colorido com nuances de azul!
Em meu mundo, tudo é cinza,
Os jardins ora estão queimados ou repletos de crisântemos,
Somente existem revoadas de aves sórdidas
E um frio eterno que congela minh'alma!
Colônia
Seria capaz de te amar de olhos fechados e peito aberto
Não chegasse a hora da verdade,
O trem se aproxima, as malas estão prontas.
As crianças já cantaram parabéns!
Entregaria minh'alma se assim pedisses
E viveria sempre em teus braços,
Embalado pelas antigas canções!
Os presentes já estão sendo aberto,
Os gritos eufóricos de nossos "babyes"
São músicas aos meus tão rústicos ouvidos.
Olhando para o horizonte, busco alguma surpresa,
Um brilho vivo por entre os girassóis.
A noite se aproxima, a festa termina
os doces ainda estão espalhados pelo chão,
Os papéis dilacerados pelos cantos
Seriam meu coração se assim pudessem!
No céu, não encontro mais a estrela que te dei
Rogo-te, não permita que a distância e o tempo,
Te matem em mim!
Não porte contigo a nossa história, volte
Mas se não puderes, ao menos deixe teu beijo!
Não chegasse a hora da verdade,
O trem se aproxima, as malas estão prontas.
As crianças já cantaram parabéns!
Entregaria minh'alma se assim pedisses
E viveria sempre em teus braços,
Embalado pelas antigas canções!
Os presentes já estão sendo aberto,
Os gritos eufóricos de nossos "babyes"
São músicas aos meus tão rústicos ouvidos.
Olhando para o horizonte, busco alguma surpresa,
Um brilho vivo por entre os girassóis.
A noite se aproxima, a festa termina
os doces ainda estão espalhados pelo chão,
Os papéis dilacerados pelos cantos
Seriam meu coração se assim pudessem!
No céu, não encontro mais a estrela que te dei
Rogo-te, não permita que a distância e o tempo,
Te matem em mim!
Não porte contigo a nossa história, volte
Mas se não puderes, ao menos deixe teu beijo!
Aspirações
Escuta dentro de teu coração a cavalga incessante,
Sinta o cheiro úmido do alvorecer, permita-se viver inconsequentemente o hoje
Sem delonga, para montado no corcel em busca de paragens mais amplas,
Ressurgido como os antigos guerreiros de um mundo novo,
Repleto de possibilidades e desafios, retomando o controle de suas decisões,
Fatores propícios para a manutenção das fantasias intrínsecas
No poço profundo das indefinições mortais dos pobres joguetes divinos,
Os próximos cordeiros a serem imolados pela lâmina afiada e sanguinária da irmã morte.
Sinta o aperto do peito e a penunmbra da noite fria que se aproxima,
Trazendo ao longe o coral de uivos transpacentes dos lobos solitários
Que ao enamorarem-se pela lua tão distante, como a realização de nossos sonhos,
Passam a corteja-la na esperança que aproxime-se deles o seu maior objeto de desejo.
Algo semelhante as nossas aspirações será mera coincidência!
Enquanto nos aproximamos do domínio de Morfeu,
Baixamos nossas guardas, ficando a descobertos, indefesos,
A mercê completamente das vontades nem sempre éticas
Do desejo animal que reside em cada um.
Queremos estar onde não devemos, ver quem não podemos,
Amar quem não nos ama, beijar quem já morreu,
Seremos sempre os verdugos dos nossos sonhos,
O braço sujo do Destino!
O Senhor de nossas vidas,
Aquele a quem passamos combatendo na trilha do tempo,
Estampando em nossos rostos, os vincos amargos da desilusão
Por sermos apenas crianças indefesas
Em busca do amor e da certeza de segurança escondidos
Em algum par de braços abertos a nos chamar,
O alento do sol e a brisa eólica,
viajantes do espaço, sem direção e porto pra atracar,
Bem como as plumas soltas no céu azul que rasga o firmamento,
Desafiando nossa imaginação e capacidade de aguentar o sofrimento!
Desceremos sobre o manto esverdeado que cobra a planicie
No pé da montanha coberta de neve, que assiste a tudo impassivelmente,
Morada dos fantasmas que nos perseguem, do inferno ao Éden,
Criados à nossa imagem e semalhança.
Tão parecidos que confundem o melhor observador, visão rápida,
Pensamento lento, esse é o problema fundamental, do qual tentamos fugir.
Não fujamos, o perigo espera-nos a cada esquina,
A cada porta e amanhecer
Atirar-se ao desconhecido, antes de tudo é uma questão de sobrevivência
peguemos emprestadas as asas da imaginação
E alcemos o Vôo que não esperam nossos inimigos.
Mostremos, enquanto houver latente em nossos peitos um coração,
Que não entregaremos nossos postos, a batalha será longa e a guerra eterna!
Sinta o cheiro úmido do alvorecer, permita-se viver inconsequentemente o hoje
Sem delonga, para montado no corcel em busca de paragens mais amplas,
Ressurgido como os antigos guerreiros de um mundo novo,
Repleto de possibilidades e desafios, retomando o controle de suas decisões,
Fatores propícios para a manutenção das fantasias intrínsecas
No poço profundo das indefinições mortais dos pobres joguetes divinos,
Os próximos cordeiros a serem imolados pela lâmina afiada e sanguinária da irmã morte.
Sinta o aperto do peito e a penunmbra da noite fria que se aproxima,
Trazendo ao longe o coral de uivos transpacentes dos lobos solitários
Que ao enamorarem-se pela lua tão distante, como a realização de nossos sonhos,
Passam a corteja-la na esperança que aproxime-se deles o seu maior objeto de desejo.
Algo semelhante as nossas aspirações será mera coincidência!
Enquanto nos aproximamos do domínio de Morfeu,
Baixamos nossas guardas, ficando a descobertos, indefesos,
A mercê completamente das vontades nem sempre éticas
Do desejo animal que reside em cada um.
Queremos estar onde não devemos, ver quem não podemos,
Amar quem não nos ama, beijar quem já morreu,
Seremos sempre os verdugos dos nossos sonhos,
O braço sujo do Destino!
O Senhor de nossas vidas,
Aquele a quem passamos combatendo na trilha do tempo,
Estampando em nossos rostos, os vincos amargos da desilusão
Por sermos apenas crianças indefesas
Em busca do amor e da certeza de segurança escondidos
Em algum par de braços abertos a nos chamar,
O alento do sol e a brisa eólica,
viajantes do espaço, sem direção e porto pra atracar,
Bem como as plumas soltas no céu azul que rasga o firmamento,
Desafiando nossa imaginação e capacidade de aguentar o sofrimento!
Desceremos sobre o manto esverdeado que cobra a planicie
No pé da montanha coberta de neve, que assiste a tudo impassivelmente,
Morada dos fantasmas que nos perseguem, do inferno ao Éden,
Criados à nossa imagem e semalhança.
Tão parecidos que confundem o melhor observador, visão rápida,
Pensamento lento, esse é o problema fundamental, do qual tentamos fugir.
Não fujamos, o perigo espera-nos a cada esquina,
A cada porta e amanhecer
Atirar-se ao desconhecido, antes de tudo é uma questão de sobrevivência
peguemos emprestadas as asas da imaginação
E alcemos o Vôo que não esperam nossos inimigos.
Mostremos, enquanto houver latente em nossos peitos um coração,
Que não entregaremos nossos postos, a batalha será longa e a guerra eterna!
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