a poesia que reside solta no mundo,
faz moradia...
se fosse possível,
de forma palpável,
transforma-la em carne,
para que assim,
a cada dia de verão,
amanhecer da primavera,
tarde de outono ou
noite de inverno,
lembrar-nos
que a beleza se encontra
em olhos famintos por amor
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