magistralmente nos presenteou com seus versos
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!...
E vão se os anos, passam os dias, correm os ponteiros,
Olhamos ao espelho e não reconhecemos de imediato,
os traços, as rugas que rasgam a pele,
aqueles teimosos cabelos alvos ou sua ausência proibida,
as limitações do corpo que contradizem com as asas do pensar.
Perguntamos incessantemente, onde fomos parar?
Perguntamos incessantemente, onde fomos parar?
Negar o fato é impossível - crescemos, evoluímos,
nos adulteramos, viramos adultos, adúlteros e puros.
Guardamos os sonhos infantis, as aventuras juvenis
e o temor da vida real.
Travamos os desejos, refletimos ansiedades,
deitamos em diversas camas e suspiramos.
Queremos resgatar aquela criança,
revisar os planos, traçar novos caminhos,
arrependimentos surgem, certezas se reafirmam,
e até mesmo poemas sem métricas surgem.
Boas e más histórias surgem para registro,
outras se perdem no fundo do baú do tempo.
E assim, as décadas vão se alternando,
dez anos - brincadeira de crianças;
vinte anos - jovens brincadeiras;
trinta anos - brincadeira de adultos
quarenta anos - é a brincadeira de adultos-jovens.
A inauguração de novo ciclo!
Vamos buscar inspiração em Casemiro,
e blasfemicamente recriar parte de sua obra
Oh! Que alegria que tenho
Deste tempo de vida,
Da minha maturidade querida
Que não troco por tempo algum!
Guardamos os sonhos infantis, as aventuras juvenis
e o temor da vida real.
Travamos os desejos, refletimos ansiedades,
deitamos em diversas camas e suspiramos.
Queremos resgatar aquela criança,
revisar os planos, traçar novos caminhos,
arrependimentos surgem, certezas se reafirmam,
e até mesmo poemas sem métricas surgem.
Boas e más histórias surgem para registro,
outras se perdem no fundo do baú do tempo.
E assim, as décadas vão se alternando,
dez anos - brincadeira de crianças;
vinte anos - jovens brincadeiras;
trinta anos - brincadeira de adultos
quarenta anos - é a brincadeira de adultos-jovens.
A inauguração de novo ciclo!
Vamos buscar inspiração em Casemiro,
e blasfemicamente recriar parte de sua obra
Oh! Que alegria que tenho
Deste tempo de vida,
Da minha maturidade querida
Que não troco por tempo algum!
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