Coisa mais boa os serviços prestados pela União aos seus componentes, nós, pobres mortais que dependemos da bondade e boa vontade dela e consequentemente da excelente qualidade de suas empresas.
Abri a caixa de correspondência com aquela expectativa tola e sem sentido de quem espera encontrar uma carta avisando que uma parente de cagagésimo grau te deixou uma herança vasta. E o que encontrei?
Uma revista do ramo automobilístico, com as últimas novidades, lançamentos fantásticos, enfim, tudo aquilo a que estamos distantes. O nome do destinatário diferente do meu, mas igual ao da ex-vizinha do andar de cima. Pensei, foi apenas uma pequena distração no momento da colocação da correspondência.
Certo? Errado! Pasmem meus amigos, o número do prédio e do apartamento estão corretos, porém, o nome da Avenida que aparece na etiqueta de emissão é Barão do Amazonas. Os correios conseguiram a façanha de encaminhar para uma Avenida do Santo Antônio uma correspondência do Jardim Botânico.
Olha, se não podemos mais confiar candidamente que nossas correspondências pousem nas caixas corretas, o que esperar dos todo? Diferentemente de minha amiga Luciana, ainda guardo a confiança no Papai Noel como o último baluarte desta tola esperança nas coisas e pessoas.
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