E assim nesse lugar que não existe,
Os pensamentos afloram sem saber,
Verdadeiros ou omissos,
Pertinentes ou inclusive atrevidos,
Indagando a quem passar,
Por onde anda a menina do bailar,
Qual? Os mais desavisados questionam.
Para escutar – aquela cuja beleza,
Deixou pasmo este ser de onde viemos,
Que mais nada faz do que olhar,
Ao horizonte na expectativa de lá,
Ela surgir, entre rodados infinitos,
Para resgatar-lhe da letargia noturna!
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