segunda-feira, 17 de outubro de 2011

XII

E assim nesse lugar que não existe,
Os pensamentos afloram sem saber,
Verdadeiros ou omissos,
Pertinentes ou inclusive atrevidos,
Indagando a quem passar,
Por onde anda a menina do bailar,
Qual? Os mais desavisados questionam.
Para escutar – aquela cuja beleza,
Deixou pasmo este ser de onde viemos,
Que mais nada faz do que olhar,
Ao horizonte na expectativa de lá,
Ela surgir, entre rodados infinitos,
Para resgatar-lhe da letargia noturna!

Nenhum comentário:

Postar um comentário