sábado, 26 de junho de 2010

III

No centro dos pensamentos que não se limitam mais aos reclusos espaços cerebrais, encontram-se os precursores das diferenças que tornam o vento esquecido em pequena brisa. Em dias tão felizes nada parece abrir os vãos onde se perderam populares observações, ainda mais quando tantas pessoas observam o que há entre as presas do ceifador que parado instiga a pensar quantas vezes pode-se andar em frente; sem esperar o momento da despedida. Nestas idades onde ninguém deseja ser solitário, é imprescindível saber enxergar e não olhar. Limites tão próximos e distantes que reivindicam suas aceitações, sem que haja necessidade de transformações bruscas de humor e de vida.

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