O bom de ser um contador de
estórias é exatamente isso,
contar, sem a preocupação de prova real.
Transformar o invisível em palpável,
plantar a semente da dúvida e do
sonho
sobre a veracidade dos atores e fatos.
É residir em quem nos lê,
sem a
pretensão de fazer longa moradia
e sem nada cobrar.
Escrever é perpetuar sua
alma!
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