Ah doce pensamento sem limites e fronteiras,
corre em direção daquela que vive em sonhos,
talvez ninfa, fada, brisa quente de verão ou
poesia de Shakespeare em noites de inverno!
Me deito e indago - onde estarás?
Quais são os olhos que te perseguem,
as mãos que desejam te tocar?
Podem ser as minhas que vejo em delírio,
alisar teu cabelo, puxar teu corpo,
em movimentos de puro frenesi?
Não descubro as respostas,
desconheço o brilho de teus olhos negros,
o hálito de anis e a maciez de teus lábios,
sei apenas que não desejo despertar!
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