Imagino a facilidade que Alexandre Dumas provaria se em sua época existissem a hoje arcaica máquina de escrever ou o moderno computador.
Laudas e mais laudas preenchidas com velocidade impar, contrastando com o processo artesanal e romântico de molhar a pena e escrever sob a luz de velas suntuosas.
Teria ele, se assim o fizesse, destruído toda a magia de sua produção literária.
Graças às fantasias, a roupa limpa da suposição, que nos faz crer nesta infinita soberba, ser sempre – em todos os tempos – nossa época a melhor.
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