Esta semana soube do caso ocorrido em uma clinica de saúde em que um pastor evangélico tentou entregar uma oração de sua igreja para uma idosa. A cena de ignorância e destempero da senhora não será descrita, mas ela pode ser classificada de ignóbil.
Confesso que nunca entendi qual o significado de algumas pessoas perderem tempo a debater a crença religiosa dos outros. Crer ou não, na existência de outra vida ou de um Ser Superior nunca deveria ser motivo de discussão e álibi para guerras no decorrer da História.
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Não consigo conceber o que se ganha ao tentar convencer o próximo que a verdade dele não corresponde com a verdade de seu interlocutor. Qual a importância, dele chamar Deus de Alá, Jeová, Javé, Elohim, Brahma, Guaraci, Oxalá, Papai do Céu ou Todo-Poderoso?
Fazendo uma comparação bem esdrúxula, seria o mesmo que tentar convencer a todos que a obra massificada por Henry Ford não deve ser chamada de car pelos ingleses, coche pelos espanhóis, auto pelos alemães, macchina pelos italianos ou automobil pelos croatas e sim carro como fazem todos os nativos da língua portuguesa.
Vale lembrar, cada cultura possui uma forma de cultuar sua Entidade Superior, basta respeitar as diferenças e viver em harmonia. Extremamente simples, e por isto o motivo de tanta estranheza e intolerância.

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