Todo poeta quando vê algo, o faz com outros olhos;
deseja o impossível - viver amor platônicos,
fantasia incessante com o inimaginável,
cria castelos de cartas em meio a tempestades,
morre a cada dia para ressuscitar logo depois;
é se o tudo e o nada vivessem dentro dele
em uma constante e indivisível eloquência!
Amores platônicos surgem na vida de seres comuns, pois este, inicia ainda na infância, quando amamos um primo(a), um colega de escola, ou o amigo do irmão mais velho...Na adolescência, este renasce avassalador, fazendo com que a gente pense que jamais irá amar alguém. Depois surge o amor do colegial, da festa a noite, o de verão...até que o tempo passa e você aprende a decifrar que amores nem sempre são reais, porém se permite a viver com alguém, em cumplicidade, lealdade e amizade, ai surge a família, e você descobre que amor de verdade nem sempre existe, porém os amores platônicos, estes sim perduram por toda vida!
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