Final de espetáculo, o falar de vozes se esvanece,
Inicia o conhecido ritual de perder sua identidade;
Aos poucos suas feições normais surgem,
Os olhos que brilhavam, tornam-se úmidos,
Reflexo de seus pensamentos, ligeiros e maldosos:
“Faço todos rirem, mas quem é capaz de me fazer sorrir?”

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