Como considerar aquele que recai em erros e falhas,
Mesmo sabendo que a verdade inexplorada,
É o tesouro libertador, o elixir da boa aventurança.
Seja um tolo ou erudito, o homem que se perde,
Ao tentar saciar os seus desejos mais profanos,
Acaba por tornar-se animal bestial,
Porque permite de uma forma inexplicável,
Que sua razão seja preterida aos instintos.
A dura pena que segue não é vista com chance real,
É encarada apenas como um castigo indevido.
Poucos são os que se permitem realmente conviver,
Com a angústia dos erros e a serenidade dos acertos,
Tão naturais como o ato de respirar e hidratar,
Inflar a alma de esperança renovadora,
Percebendo em cada amanhecer a oportunidade,
Não de tentar refazer a vida e nem gritar loucamente,
Os atos perenes que esperam de si, mas ser,
Um viajante que mesmo perdido, sabe onde atracar.
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