Seja bem vindo, aqui compartilho um pouco de "minha Obra", meus pensamentos, os personagens reais e imaginários tomados de dúvidas, crônicas, poemas banais e a forma como enxergo o mundo.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
M
terça-feira, 26 de abril de 2011
Aimeé
Era impossível ficar impassível a Aimeé. Se vivesse na França do Século XIX, com certeza não teria passado despercebida pelo escritor Honoré de Balzac. Com seus trinta e poucos anos, uma balzaquiana na essência das personagens descritas no romance francês que valorizava sua beleza, suas experiências, pensamentos, desejos, angústias, reivindicando apenas o direito dela ser feliz. Balzac escreveu que uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis para um rapaz. “A mulher de trinta anos pode se fazer jovem, desempenhar todos os papéis, ser pudica e até embelezar-se com a desgraça”.
Aimeé era sem sombra de dúvidas esta mulher! Dona de traços finos, seu rosto harmônico lhe imprimia uma facilidade para o sorriso sincero, que se tornava uma espécie de cartão postal, ainda mais porque era emoldurado com seus lábios convidativos. Reza a lenda que não foram poucos os homens que enlouqueceram pela idéia de tocá-los em demorados beijos. Somado a isso tudo, uma essência única, não encontrada em qualquer corpo feminino lhe concedia a capacidade de se reinventar a cada amanhecer, era a Fênix moderna, que em seu fogo ressurgia pronta a alçar vôos mais longos, intensos e marcantes.
A primeira vez que Henry cruzou seu caminho, foi em uma tarde comum e despretensiosa. Envolto em seus pensamentos, com suas indagações e reconhecendo o vento sul que mansamente lhe beijava o rosto, fez pouco caso do telefone que tocava constantemente. Nestes lampejos, sacou o fone do gancho e ao dizer alô escutou do outro lado da linha uma voz rouca e marcante, que pedia mais detalhes de um projeto que estava sendo implantado por suas empresas. A forma como ele se sentiu impressionado pela força e espontaneidade que surgiam das vibrações telefônicas o conquistou. Foi como um grito em plena madrugada.
_ Oi, é o Henry? Olha só lindo, eu preciso receber os relatórios que elaborou e os contatos e entenda isso como os emails e telefones dos diretores da consultoria para encaminhar a minuta do contrato? Consegue pra mim?
Ele pensou – quem em sã consciência chama alguém de lindo pelo telefone? A resposta surgiria com o tempo, apenas uma mulher segura como Aimeé seria capaz disto! E ela era capaz de muito mais, conquistou sua confiança, o fez se mostrar de uma forma impensável, se tornou uma companhia constante, falava sério quando a situação era de descontração e mostrava uma suavidade e relaxamento quando o mundo ruía; e o desmoronou quando um dia lhe disse – sabe, quando você está próximo, tenho a certeza que tudo vai dar certo, é como se você fosse um anjo.
Naquele dia, Aimeé sem imaginar operou um milagre, devolveu ao tão combalido Henry a esperança de ser digno e ganhou o carinho e o amor sincero que ele ainda trazia guardado no coração!
sábado, 23 de abril de 2011
Como é bom ser pobre!
Festa de pobre é muito animada, o consenso popular diz exatamente isto. Os encontros são regados de farta comida, panelas e mais panelas de arroz, feijão, carne, cerveja e animação contrastam com os pratos a La francesa, com doses minúsculas de uma comida sem graça e uma sobriedade inigualável.
Tudo é diferente se compararmos pobres e ricos. O pobre frente a qualquer injustiça, sai no braço, arma barraco, briga, quebra tudo e chama a policia. Os vizinhos nas janelas acompanham com interesse extremo o final do perrengue; já o rico pede para o advogado resolver os problemas com o fisco, com o vizinho que avançou a cerca para seu terreno, em um marasmo total.
O rico separando, divide os apartamentos, as lojas e os carros, tudo seguido do discurso batido do amor acabou, mas a amizade é eterna, nos desejamos um bem enorme, sem esclarecer o que significa esse “bem enorme”. O pobre já quer mais é que aquele que o deixou seja infeliz, que sofra para dar valor ao que perdeu, vai até o “dotor” para pedir pensão, marca a vida do ex de cima e ainda faz propaganda negativa!
Agora, nunca vi, em momentos de dificuldade extrema, encontrar povo mais solidário que o pobre! Ele divide o pouco de roupa, oferece abrigo, comida e proteção. Possui a certeza inabalável que Deus está lhe guardando algo melhor, crê no ser humano independente de onde estiver. Quero eu, conseguir ser pobre todos os dias do meu viver; ainda mais quando alguém de mim precisar!
Henry e seu dilema...
Henry refletira muito, pensava a cada toque na campainha ser o retorno da predadora que lhe roubara a alma. Pobre diabo era no que se transformara, perdido sem mapa algum a lhe guiar.
Túnel do Tempo
O fornecimento de energia da mui leal a valorosa cidade de Porto Alegre está incrível. Chove e falta luz, não sei se as culpadas são as condições das árvores que embelezam as calçadas ou as precárias condições dos fios e postes que são derrubados a cada lufada de vento! É uma experiência inigualável, para nós, humanidade moderna permanecer horas sem o abastecimento de energia, minha última vivência neste sentido perdurou 16 horas!
Aproveitei o tempo e resolvi escrever, utilizando a trinca, caneta esferográfica, papel e luz de velas, tirando o tipo de caneta, os demais componentes eram bem utilizados no século XVIII, foi praticamente uma viagem no tempo desde o século XXI.
Entre um rabiscar e outro, fiquei observando a chama da vela mover-se conforme o vento que entrava pela janela e a água descia dos céus. Foi um bailar, um pular tamanho que me fez imaginar se esta era a visão e a sensação que meu trisavô sentia quando realizava os escritos na sacristia da Igreja em que era zelador. É impressionante o quanto os fenômenos da natureza, aliados a inoperância da companhia elétrica, nos proporcionam um reencontro com a História.
Odiar ou não odiar? - Eis a questão!
Em uma tarde qualquer, destes dias perdidos no tempo e no espaço, me fizeram uma pergunta de forma tão direta e peculiar que me constrangeu e possibilitou uma reflexão sincera. Uma ex-namorada queria saber quanto tempo eu levara para deixar de sentir ódio dela. Respondi com toda a transparência, mas minhas ponderações parecem não a convenceram muito, mas o que fazer?
Não me recordo de ter sentido ódio de qualquer companheira. Primeiro porque ódio é uma palavra forte, que exprime um sentimento contrário ao amor, e como amei verdadeiramente toda mulher que comigo se envolveu me sinto impossibilitado de odiá-las. Posso sim, ter sentido mágoa, decepção, amargor, agora, ódio não. Sempre digo que não se pode odiar quem se viu adormecer ao nosso lado.
Agora, se você quiser saber o porquê desapareci por um tempo, divido contigo que um período de luto, geralmente de um ano, período no qual tento descobrir o mínimo possível da recente ex-companheira. É um tempo em que reflito sobre os meus acertos e erros na relação, enquanto vou conhecendo e me doando a uma nova parceira. É a forma que encontro de ainda demonstrar minha consideração a quem já não está mais ao meu lado e respeito extremo a quem está chegando, até porque não acredito na possibilidade de alguém ser tão evoluído ao ponto de encarar com naturalidade a presença física constante da ex na vida do namorado e vice-versa. Então para você que perguntou o tempo que levei para deixar de te odiar, fica minha resposta nestas linhas.
Que País é Este?
Renato Russo no início da década de 80 cantava nos palcos do Planalto Central os refrões que incitam a juventude a pensar que País é este em que vivemos?Ah, se ele pudesse ver este mesmo Brasil anos depois!
Veria que o nosso País tem pessoas capazes de eleger, como o deputado federal mais votado da União, um comediante vestido de palhaço com o slogan “o que um deputado faz? Não sei me eleja que conto pra você”. Para nos alegrar mais ainda, ele contratou mais dois comediantes para serem seus assessores.
Saberia que o nosso País é capaz de receber uma Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, mas é incapaz de prover com saneamento básico todos os lares, que acaba obrigando as pessoas a construírem casas nas encostas dos morros, causando desmoronamento dos lares e soterramento de famílias inteiras, em tragédias que parecem não ter fim. Estas mesmas chuvas alagam as ruas Brasil a fora, porque as bocas de lobo estão entupidas de lixo e não exercem corretamente sua função.
Renato Russo ficaria muito feliz em saber, que o Presidente da maior potência do mundo, em visita as terras tupiniquins, disse com o sotaque carregado e a simpatia “obamica” que este não é mais o País do futuro, é o País do agora. Pularia de alegria ao saber que o poder aquisitivo da população aumentou e lotou as ruas esburacadas de carros, causando congestionamentos quilométricos, deixando paralisadas as grandes metrópoles.
Saberia que descobrimos uma imensa reserva de petróleo, nos tornando auto-suficientes, proprietários de uma das maiores reservas do combustível fóssil, mas que cobra um valor elevado para a gasolina, o GLP e seus derivados.
Teria um orgulho inigualável ao perceber que o acesso ao nível superior está ao alcance de todos, mas que vergonhosamente, mantemos cotas de ensino a outros irmãos iguais a nós, como se a cútis fosse capaz de interferir no intelecto, no mais claro exemplo de hipocrisia e preconceito velado.
Andaria pelas ruas com medo de ser vítima da violência diária, nesta quase guerra civil, onde o Exército precisa sair dos quartéis, subir os morros e repor ordem ao caos social causado pela inoperância do Estado. Perceberia que a juventude a quem tanto cantou, está cada vez mais perdida enquanto consome a pedra do crack, destruidora dos lares e da esperança.
Ficaria atônito ao perceber que as pessoas morrem nas filas do SUS, que geralmente quem não precisa é que se beneficia com os projetos de saúde, consegue afastamento de trabalho, remédio gratuito, auxilio isto e auxilio aquilo. Negaria insistentemente que perpetuamos a máxima de que apenas pobre vai preso, e ao sê-lo sai da cadeia mais escolado no crime. Se questionaria o porque recebemos bem ao turista mas não concedemos uma segunda chance a quem se regenera?
Receberia como resposta que nosso povo se esquece dos mártires e heróis anônimos, ridiculariza os professores e mestres, mas endeusa os participantes do BBB. Somos o povo que vira o rosto para a criança faminta e o idoso doente.
Perceberia que o Estado insiste em usar métodos paliativos para os problemas crônicos sejam de falta ou excesso d’água, que somos o País de um povo que ainda deseja levar vantagem sempre que possível; que troca etiquetas de preço, que come e bebe dentro dos supermercados e não paga pelo consumo. Somos o povo que não gosta de ler, que se compraz com futebol, praia, carnaval, cerveja e mulher; mas que beleza, em 2014 terá Copa do Mundo no Brasil! O único senão é que o Zé do sertão, o Antônio do morro, a Ana da periferia, não terão condições de apreciar tamanho espetáculo, estarão ocupados buscando a sobrevivência em empregos baratos enquanto alguns engravatados estarão comendo caviar, do que eles só ouviram falar, comprado com o dinheiro desviado de alguma licitação.
É meu caro Renato Russo se ainda estivesses de corpo aqui, faltaria musica para expressar tamanha indignação
terça-feira, 19 de abril de 2011
A Inclusão Digital – a maldição do email
Foi-se o tempo em que éramos sistematicamente bombardeados apenas por emails de correntes, embora ainda volte e meia apareça um destes regado de uma carga emocional capaz de acabar com as “trocentas” guerras que existem no Planeta. É o efeito da bendita inclusão digital. A informação circula por todos os pontos, somos atingidos a cada segundo por uma gama debites que modificam profundamente o jeito de ser, pensar e agir.
Nestes dias lembrei-me do fato ocorrido com um amigo há alguns anos. Manuel Claudiomiro tem nome de cantor de bolero, mas é um cara descolado; e obviamente antenado ao mundo digital, lançou mão de uma tática infalível. Ele não podia ver nenhuma mulher linda passando pelos corredores de seu trabalho que se sentava frente ao computador e dedilhava as teclas, unindo letras, palavras e frases no email, adicionava o nome da musa e tascava um galanteio monumental – “hoje tu ta lindona princesa”. O retorno positivo não era grandioso, digamos que de cada 100, apenas 01 era de alguma incauta que caíra em seu gracejo, 04 perguntavam quem ele era 10 sugeriam que ele procurasse algum familiar perdido nas ruas da cidade e os demais, silenciavam em respeito do desprezo absoluto da cantada.
Agora com a possibilidade dos smart fones, tudo ficou mais fácil, pelo menos para o Manuel e trágico para as suas vitimas em potencial, agora ele envia sms a torto e a direito, mas ai a culpa acaba sendo das operadoras de celular que o municiam.
Sabendo deste fraco do amigo, o provoco sempre que possível ao vermos alguma destas mulheres. O cutuco e digo com o meu já tão conhecido sarcasmo – e ai Manuel, ela ta pedindo um email, não ta? A resposta é quase sempre a mesma, acompanhada de um sorriso malicioso – oh se ta!
A idade feminina
sexta-feira, 15 de abril de 2011
A Sutil Diferença
quinta-feira, 14 de abril de 2011
A Vida como ela é...

Apesar do título, esta não é mais uma crônica de Nelson Rodrigues. Há alguns anos, me deparei com uma reportagem de um jorrnal da Serra Gaucha. A reportagem versava sobre os benefícios da boa alimentação, assunto deveras interessante para os outros, uma vez que sempre fui adepto da dieta regada a carboidratos. Sendo assim, o conteúdo da matéria jornalistica passava plenamente desapercebido, só me restava prestar a atenção na foto de Ricardo Wolffenbüttel, esta mesma que ilustra a postagem.
Uma das virtudes da qual me orgulho é a de ser um eximio observador e sendo assim, comecei minha análise da foto. Obviamente a jovem em questão, estava em excelente forma física, uma vez que em seu rosto não se encontrava nenhum detalhe de excesso de gordura, vaidosa o que se constata ao olhar o desenho das sobrancelhas e o batom suave repousado nos lábios. Ela esta num plano abaixo da pessoa que está a sua frente. Percebi ao analisar a sombra refletida na parte inferior de seu lábio e que se estende até o queixo aliado ao fato da inclinação do garfo que está lhe oferecendo a exótica mistura de uva-verde e cereja, a qual aguarda num misto de ansiedade e confiança, corroborado pelo fato de estar com as pálpebras levemente cerradas. Conclui que alguém estava cuidando daquela jovem, deixando clara a mensagem que sempre, por mais que se deseje negar, precisamos da atenção de alguém. Talvez por tudo isso sempre tenha gostado desta foto.
Os anos se passaram e a modelo da foto, veio trabalhar na mesma empresa que eu. Descobri que ela é mais do que um rosto bonito, é uma jovem ambiciosa, destemida, repleta de vida, com sonhos tão comuns e ao mesmo tempo grandiosos, uma moleca de riso fácil, colorada de quatro costados, que entende e discute futebol com uma desenvoltura rara em mulheres.
Esta mesma menina, está prestes a inaugurar uma nova etapa de sua vida. Ela entrará para o seleto grupo dos anjos da Terra, também conhecidos como Mães! Sim, na foto ela estava sendo cuidada, e em questão de meses passará a cuidar de um menininho chamado Otávio, que para seu desespero, digo que será um gremistinha. As mudanças que o pequeno já lhe vem causando são visíveis, a maior, para mim, é a suavidade e tranquilidade expressadas em seu olhar. É o seu grito para o mundo, nos lembrando de que a vida é cíclica, em um momento precisamos de esteio e quando nos achamos despreparados nos transformamos no porto seguro de uma nova alma...
terça-feira, 5 de abril de 2011
Um grande homem
Um dia, minha irmã chorava em sua casa... Com muita saudade, observei que meu pai chegou perto dela e perguntou o motivo de sua tristeza.
Escutei-os conversando por horas, mas houve uma frase tão especial que meu pai disse naquela tarde, que até o dia de hoje ainda me recordo a cada manhã e que me enche de força.
Meu pai acariciou o rosto dela e disse: “Minha filha, apaixone-se por Um Grande Homem e nunca mais voltará a chorar".
Perguntei-me tantas vezes, qual era a fórmula exata para chegar a ser esse grande homem e não deixar-me vencer pelas coisas pequenas...
Com o passar dos anos, descobri que se tão somente todos nós homens lutássemos por ser grandes de espírito, grandes de alma e grandes de coração, O mundo seria completamente diferente!
Aprendi que um Grande Homem... Não é aquele que compra tudo o que deseja, porque muitos de nós compramos com presentes a afeição e o respeito daqueles que nos cercam.
Meu pai lhe dizia:
"Não se apaixone por um homem que só fale de si mesmo, de seus problemas, sem preocupar-se com você... Enamore-se de um homem que se interesse por você, que conheça suas forças, suas ilusões, suas tristezas e que a ajude a superá-las.
Não creia nas palavras de um homem quando seus atos dizem o oposto.
Afaste de sua vida um homem que não constrói com você um mundo melhor. Ele jamais sairá do seu lado, pois você é a sua fonte de energia...
Fuja de um homem enfermo espiritual e emocionalmente, é como um câncer matará tudo o que há em você (emocional, mental, física, social e economicamente)
"Não dê atenção a um homem que não seja capaz de expressar seus sentimentos, que não queira lhe dar amor."
Não se agarre a um homem que não seja capaz de reconhecer sua beleza interior e exterior e suas qualidades morais.
Não deixe entrar em sua vida um homem a quem tenha que adivinhar o que quer, porque não é capaz de se expressar abertamente.
Não se enamore de um homem que ao conhecê-lo, sua vida tenha se transformado em um problema a resolver e não em algo para desfrutar”.
Não se apaixone por um homem que demonstre frieza, insensibilidade, falta de atenção com você, corra léguas dele.
Não creia em um homem que tenha carências afetivas de infância e que trata de preenchê-las com a infidelidade, culpando-a, quando o problema não está em você, e sim nele, porque não sabe o que quer da vida, nem quais são suas prioridades.
Por que querer um homem que a abandonará se você não for como ele pretendia, ou se já não é mais útil?
Por que querer um homem que a trocará por um cabelo ou uma cor de pele diferente, ou por uns olhos claros, ou por um corpo mais esbelto?
Por que querer um homem que não saiba admirar a beleza que há em você, a verdadeira beleza… a do coração?
Quantas vezes me deixei levar pela superficialidade das coisas, deixando de lado aqueles que realmente me ofereciam sua sinceridade e integridade e dando mais importância a quem não valorizava meu esforço?
Custou-me muito compreender que GRANDE HOMEM não é aquele que chega no topo, nem o que tem mais dinheiro, casa, automóvel, nem quem vive rodeado de mulheres, nem muito menos o mais bonito.
Um grande homem é aquele ser humano transparente, que não se refugia atrás de cortinas de fumaça, é o que abre seu CORAÇÃO sem rejeitar a realidade, é quem admira uma mulher por seus alicerces morais e grandeza interior.
Um grande homem é o que cai e tem suficiente força para levantar-se e seguir lutando...
Hoje minha irmã está casada e feliz, e esse Grande Homem com quem se casou, não era nem o mais popular, nem o mais solicitado pelas mulheres, nem o mais rico ou o mais bonito.
Esse Grande Homem é simplesmente aquele que nunca a fez chorar… É QUEM NO LUGAR DE LÁGRIMAS LHE ROUBOU SORRISOS…
Sorrisos por tudo que viveram e conquistaram juntos, pelos triunfos alcançados, por suas lindas recordações e por aquelas tristes lembranças que souberam superar, por cada alegria que repartem e pelos 3 filhos que preenchem suas vidas.
Esse Grande Homem ama tanto a minha irmã que daria o que fosse por ela sem pedir nada em troca...
Esse Grande Homem a quer pelo que ela é, por seu coração e pelo que são quando estão juntos.
Aprendamos a ser um desses Grandes Homens, para vivenciar os anos junto de uma Grande Mulher e NADA NEM NINGUÉM NOS PODERÁ VENCER!
Envio esta mensagem aos meus AMIGOS "HOMENS", para que lhes toque o coração e tratem de fazer crescer esse GRANDE homem que vive dentro deles.
E às minhas amigas "mulheres" para que SAIBAM ESCOLHER ESSE GRANDE HOMEM QUE DEUS TEM PARA ELAS.