Já pensei diversas vezes nas opções que desperdicei ao não levar a sério os sinais mostrados durante o caminho; nas pedras chutadas, encaminhadas para locais distantes de meus pés.
A oportunidade de reflexão, lembrar o quanto, independente dos acordes do violão, a vida não é composta sempre com as melhores melodias; muitas vezes há necessidade do som metalizado dos pratos ou o abafamento dos tambores, refinados junto ao sopro de flautas.
São medidas sem fim, encontrado em cada perímetro, o modelo exato da plenitude cega e estática que permite sermos exatamente quem desejamos.
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