sexta-feira, 31 de julho de 2009

Um pai!

Meu filho, bem vindo!
Esta é tua casa, teu lar, teu porto seguro,
Não quero explicações, nomes ou datas
tua ausência foi um longo eclipse,
Não havia luz suficiente,
o tempo tornou-se irrelevante,
O amor consagrado ati,
não permitiu-me partir,
Sabia, algo me dizia: "ele vai voltar"
Levante a cabeça, venha até aqui,
me enlace com teus braços,
aqueça um pobre velho,
Seja meu pai,
conte-me uma estória,
beije minha fronte,
cuide-me nesta noite,
em que serei criança assustada,
buscando um som que acalme
meu coração cansado!

10.04.o4

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