Quando se fez, a lua do sol ainda se escondia, procurava a bolsa, não poderia partir sem ela.
Guardava os antigos bilhetes de amor, as juras escrituradas de felicidade.
Não imaginava, não queria acreditar; não seriam apenas vocábulos juntos, adicionados de sarcasmo.
Acreditara em cada instante ser a única e ali estava.
Frente a cama, roupas espalhadas, tantos sonhos atirados nas paredes,
Só escutava a batida do descompassado coração a perguntar o que seria de si.
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