terça-feira, 18 de agosto de 2015

Fragmentos IV

As palavras simplesmente fogem,
somem num estalar de dedos
e por mais que deseje,
nenhuma consegue explicar,
definir com exatidão cirúrgica
o que surge aqui.
Talvez na ingênua e pueril esperança,
que o mesmo fenômeno aconteça ai,
ela é aquela que me mantém acordado,
vivo, ligado e disposto.

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