É estranha a sensação de ter nas mãos o poder de decisão, é tão torturante. Seria uma espécie de provação, porque não se entrega um carro a quem nunca segurou um volante.
Tantas situações embaraçosas poderiam ser evitadas se a prudência e o bom senso estivessem presentes nas decisões humanas. Enquanto a preocupação não recai sobre os ombros de alguém - ela é exatamente isso - nada jogado ao vento.
Escuta-se murmúrios e posições indignadas, mas uma compreensão da situação e tomada de decisão são proteladas de uma forma sem paralelo, como se fosse possível esconder sob o tapete da sala as anotações de uma eternidade.
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