Vento, porque corres assim, acaso não tens tempo para mim?
Corro porque há muito campo para semear, janelas a bater e cachoeiras para visitar. E quando, a necessidade de locomover-me depressa se extinguir, nada mais serei. Talvez lembrança perdida pelos papéis que li. Um sopro - dirão - poderá me devolver a vida, mas tão disperso, terei forças para novamente te perseguir?
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