Fica a dica para que visitem e apreciem os pensamentos desta mocinha fronteiriça!
Seja bem vindo, aqui compartilho um pouco de "minha Obra", meus pensamentos, os personagens reais e imaginários tomados de dúvidas, crônicas, poemas banais e a forma como enxergo o mundo.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Os Off-lines
Hoje estou postando o link de um texto escrito por uma amiga da fronteira, que de forma bem humorada traz um novo conceito sobre nós homens... confesso que me surpreendi...hehehehe
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Canto Ligeiro (03 partes)
Não lembro ao certo o momento do inicio;
em que segundo cruzamos a linha;
ligações furtivas, longos sonhos,
promessas sem fim, pedidos de resgate,
o risco presumido e assumido,
o despertar da chama da paixão,
os impedimentos da vida,
unir e separar, as distâncias,
o chamar, o clamar, gritos abafados de dor,
ausência e presença,
chegadas e partidas,
beijos e abraços e igual a música
"cada retorno um recomeço"
cavalos de aço, Helena de Tróia?
Meu anjo salvador, o milagre de sexta
o brilho retornava aos meus olhos,
para partir nas noites de domingo,
levados pelas lágrimas nascidas de meu ser,
sozinho, acompanhado em alma
trilhando o desconhecido, traçando estratégias
trazendo aos poucos você para mim!
Escondido, observava teu jeito,
não falei nada, os lábios se encarregaram,
a revolução fora deflagrada,
deixou de ser segredo, estava em minha face
a alegria havia retornado
não queria mais saber do coração partido.
Esperança, amor, suspirar profundo
da boca seca transformando a névoa do pensamento
em corpo concreto, vivo, repleto de você!
Me impele, me faz buscar sempre,
o que há de bom em mim,
metade a melhorar este ser, tão imperfeito,
repleto de falhas, medos e incertezas.
Em meio a tempestades, é o farol;
indica o caminho, conduzindo minha viagem,
é a segurança que preciso para seguir
a companhia que sempre desejo ao meu lado
Nossa canção diz: "acho que foi Deus que te
mandou pra mim, pra me fazer feliz..."
Cansado de escutar meu pedido,
Ele me permitiu, uma vez mais;
provar do gosto da felicidade, ascender ao Nirvana
em meu 25° Luar, dia do amor, de meu renascimento,
dia em que entreguei minha alma e meu ser,
desapareceram as fronteiras, passamos a viver unos,
Escute o que falo, não quero corações partidos,
sempre foi, és e será a razão, o motivo,
o alimentar, o viver, o caminho, a vida que desejo viver!
Flexo Reflexo
Espelhos refletem o corpo,
meus olhos a alegria da alma,
por chamarem os teus para o encontro
sem necessidade de álibis,
desculpas para atirar-me em teu mundo,
ouvir tua respiração,
sentir teu hálito pela manhã
e sem nada dizer, novamente viver
Sonoridade
Você ainda continua cega
esquece de abrir os olhos,
sempre me esperou chegar,
feito uma prece repetida,
profana ao surgir de lábios doentes,
as mentiras deixadas no gradil,
me fazem esperar pela liberdade,
e ao mergulhar na escuridão,
o simples despertar,
deixa sons espaçados,
bradando: sinta!
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Sedução
Mesmo com o atraso matinal e a correria para arrumar-se; ela continua linda, deslizando por entre os corredores da casa, de forma única!
As roupas escolhidas aleatoriamente, combinam perfeitamente. Demonstram todo seu bom gosto e conhecimento pleno em como vestir-se.
Fiquei deitado, admirando por entre os raios de sol que lambem seu corpo o esforço para parecer comum.
Como - diria eu - esta mulher pode passar desapercebida em meio a multidão, se todo seu movimento exala sedução? O simples ato de vestir uma lingerie assemelha-se a um culto. Primeiro a perna esquerda, duas mãos a leva-la ao quadril, repouso da peça, espiada no espelho. Deus, como não pode ser sensual? Este ritual repete-se até completar a vestimenta. O sapato sempre de alto salto emoldura seus pés; marcando presença com seu estalar no piso frio. Brincos, anéis, pulseiras, está quase pronta, mas ainda resta o último detalhe: o perfume!
Mesmo colocado com moderação, marca sua presença mesmo já havido saido minutos antes.
Ser sedutora não é sinônimo de vulgaridade, é uma arte, um dom, algo inato, nasce com as mulheres, não se adquire em workshops, é um instinto natural. Ser seduzido por uma mulher desta estirpe é o mais belo presente que o homem recebe, é pular do penhasco sem asas, é vento no rosto, beijo na boca, sexo na cama e fogo n'alma.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
BBB e o Politicamente Incorreto
A vitória do gaúcho Marcelo Dourado na décima edição do BBB possui um significado "Épico". Não faço coro aos fãs enlouquecidos do novo ídolo do País, mas não há como fechar os olhos ao fenômeno "Dourado" e constatar de forma exagerada e/ou irônica que fomos agraciados em pleno horário nobre na tv paga e aberta, com a possibilidade única de presenciar o nascimento de um messias, de um libertador, aquela estirpe de caudilho que o Pampa está acostumado a ver surgir de suas entranhas. Nossa vida se divide em A.D e D.D, antes de Dourado e depois de Dourado. Agora, todos os homens reconquistaram o direito de ser o que realmente são em sua essência plena: Homens.
O lutador ao flatular na sala de cada brasileiro (não quis usar "peidar" seria Dourado demais), arrotar, escarrar, falar o que lhe vinha a cabeça, chorar por estar sentindo-se descriminado e isolado, além de toda terça-feira no paredão gritar "carvalho" nos devolveu o direito a viver o politicamente incorreto, abriu as portas da prisão da hipocrisia em que fomos obrigados a viver.
Não entrarei no mérito se a vitória no jogo foi justa ou não, mas a transformação do lutador perdedor em novo milionário, tal Rock Balboa, cérebre personagem do folclórico Silvester Stallone, que começava apanhando sempre em suas lutas para no final dar a volta por cima, fez perceber que tanto o telespectador/povo e a midia já andavam enjoados dos mocinhos imaculados, aqueles que existem apenas nos comerciais de refrigerante.
É isso ai, honra para conduzir as tradições, paz para discernir a hora de revoltar-se, força para seguir em frente e inteligência para derrubar todas as máscaras e preconceitos.
Viva o politicamente incorreto, um viva a todos nós!
O lutador ao flatular na sala de cada brasileiro (não quis usar "peidar" seria Dourado demais), arrotar, escarrar, falar o que lhe vinha a cabeça, chorar por estar sentindo-se descriminado e isolado, além de toda terça-feira no paredão gritar "carvalho" nos devolveu o direito a viver o politicamente incorreto, abriu as portas da prisão da hipocrisia em que fomos obrigados a viver.
Não entrarei no mérito se a vitória no jogo foi justa ou não, mas a transformação do lutador perdedor em novo milionário, tal Rock Balboa, cérebre personagem do folclórico Silvester Stallone, que começava apanhando sempre em suas lutas para no final dar a volta por cima, fez perceber que tanto o telespectador/povo e a midia já andavam enjoados dos mocinhos imaculados, aqueles que existem apenas nos comerciais de refrigerante.
É isso ai, honra para conduzir as tradições, paz para discernir a hora de revoltar-se, força para seguir em frente e inteligência para derrubar todas as máscaras e preconceitos.
Viva o politicamente incorreto, um viva a todos nós!
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