Meu avô dizia, está tudo certo, independente da arte, da travessura mais cabeluda; possuía uma serenidade que apenas os sábios adquirem com o passar dos anos. Ria até tossir com as mais puras inocências proferidas por seus anjos.
O colo sempre livre para servir de abrigo, de esconderijo quando se passava dos limites. A oportunidade perfeita para contar usas estórias de infância e juventude. Sim, aquele velhinho de cabeça branca já foi pequenino, esteve no meu lugar. Meus olhos vidrados tudo observavam, escutava tudo atentamente e hoje compreendo perfeitamente o que me dizia.
Obrigado vô!
Minha homenagem aos meus avôs, os quais mão tive o privilégio de conhecer, mas sei que seriam exatamente assim!
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