Gosto de olhares
que desconcertam,
que enfeitiçam
e deixam sem chão,
nos lançam em um
estado de topor,
sem saber ao
certo o que dizer e fazer.
São olhos
castanhos que nada prometem,
insinuam
que vida há neles, brilho constante,
Deixam sonhar
enquanto conquistam a alma,
e criam no outro
a vontade única de neles entrar,
Construir
moradia e viver sem amanhã,
apenas com o
hoje para relembrar e redescobrir,
a vontade de se
render a eles ao sabor de um beijo.
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