Sou um escritor e isso me credencia a ser um apaixonado.
Igual a todos que estão nesta situação, me percebo um exagerado;
porque a paixão em si só, já é uma declaração culposa,
de todo Ser que assim vive, sem a medida exata da realidade
neste caminho intenso chamado amor.
Seja bem vindo, aqui compartilho um pouco de "minha Obra", meus pensamentos, os personagens reais e imaginários tomados de dúvidas, crônicas, poemas banais e a forma como enxergo o mundo.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
Ipês-roxos
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| Imagem da Internet |
Um amigo-escritor publicou em sua página pessoal um pensamento nascido de toda sua eloquência, observação e capacidade criativa - o que são os nossos problemas se comparados com o choro dos Ipês pelas ruas e esquinas de Porto Alegre?
Coincidências a parte, nestes dias ao circular pelas ruas do bairro, presenciei uma calçada tomada de flores dos Ipês roxos e pensei na bela imagem, que poema da natureza nos é ofertado a cada manhã.
Basta perceber que as flores jogadas formam um lindo tapete colorido a contrastar com o cinza das calçadas, uma trilha tracejada com a delicadeza dos grandes artesãos a conduzir nossos passos apressados.
É a certeza que presentes inesquecíveis, necessariamente não custam grandes somas, basta apenas termos olhos de ver, alma de sentir e a sensibilidade dos grandes sonhadores.
Homens choram?
Quem disse que homens não choram?
Sim, homens choram - por mais indesejado.
Não querem mostrar suas "fraquezas".
Preferem o sofrimento em segredo,
não deixam transparecer suas emoções,
sufocando em seu peito as amarguras e dores,
as frustrações dos amores desfeitos.
Homens choram e o fazem desesperadamente,
porque tardiamente se descobrem enganados,
no senso comum de serem fortes e "machos"
esquecem - os brutos também amam,
deixando esquecidas as angústias que o fazem Humano.
Sim, homens choram - por mais indesejado.
Não querem mostrar suas "fraquezas".
Preferem o sofrimento em segredo,
não deixam transparecer suas emoções,
sufocando em seu peito as amarguras e dores,
as frustrações dos amores desfeitos.
Homens choram e o fazem desesperadamente,
porque tardiamente se descobrem enganados,
no senso comum de serem fortes e "machos"
esquecem - os brutos também amam,
deixando esquecidas as angústias que o fazem Humano.
Como não ser tristemente forte agindo assim?
Renato Russo desejava descobrir porque é mais forte quem sabe mentir. Tão simples!
As pessoas que sabem mentir se tornam mestres na arte de dissimular, agradam indiscriminadamente a todos, porque sempre possuem as palavras exatas para qualquer situação.
Rain...
Nesta arte torta, sem eiras e beiras, traço o caminho,
ingrime ao iniciar e plano em seu decorrer, sem pressa.
Já a certeza perene da juventude traduzida em letras e verbos,
deixa transparecer que a fumaça esconde sonhos!
Encantar-se na possibilidade de caminhar e sonhar no mesmo tempo,
mais que constatação plausível é a certeza de estar vivo!
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
O Imperdoável - Metallica
Sangue novo junta-se a esta terra
E rapidamente ele é subjugado
Pela constante e dolorosa desgraça
O jovem aprende as regras deles
Com o tempo a criança é enganada
Este rapaz massacrado age errado
Privado de todos os seus pensamentos
O jovem homem aguenta e aguenta, ele sabe
Uma promessa a si mesmo
Que nunca a partir deste dia
Sua vontade lhe tirariam
O que eu senti
O que eu soube
Nunca refletiu no que eu demonstrei
Nunca ser
Nunca ver
Não posso ver o que poderia ter sido
O que eu senti
O que eu soube
Nunca refletiu no que eu demonstrei
Nunca livre
Nunca eu mesmo
Então eu nomeio-o o Imperdoável
Eles dedicam suas vidas
Para tirar tudo dele
Ele tenta agradar a todos
Este homem amargo que ele se torna
Por toda a sua vida o mesmo
Ele batalhou constantemente
Esta luta que ele não pode vencer
Um homem cansado eles veem não se importa mais
O velho homem então se prepara
Para morrer cheio de arrependimentos
Aquele velho homem, aqui, sou eu
O que eu senti
O que eu soube
Nunca refletiu no que eu demonstrei
Nunca ser
Nunca ver
Não posso ver o que poderia ter sido
O que eu senti
O que eu soube
Nunca refletiu no que eu demonstrei
Nunca livre
Nunca eu mesmo
Então eu nomeio-o o Imperdoável
O que eu senti
O que eu soube
Nunca refletiu no que eu demonstrei
Nunca ser
Nunca ver
Não posso ver o que poderia ter sido
O que eu senti
O que eu soube
Nunca refletiu no que eu demonstrei
Nunca livre
Nunca eu mesmo
Então eu nomeio-o o Imperdoável
Nunca livre
Nunca eu mesmo
Então eu nomeio-o o Imperdoável
Vocês me rotularam
Eu rotularei vocês
Então eu nomeio-o o Imperdoável
Nunca livre
Nunca eu mesmo
Então eu nomeio-te Imperdoável
Vocês me rotularam
Eu rotularei vocês
Então eu nomeio-o o Imperdoável
domingo, 19 de agosto de 2012
Sem mais
Existe um tempo em que as maiores preocupações humanas são apenas a coloração do lápis a ser usado no trabalho escolar, passa rápido, torna-se uma lembrança longínqua, uma doce recordação de épocas mais felizes!
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